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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Grandes momentos do futebol: A "mão de Deus"

Vinte e quatro anos depois, a Argentina volta a uma final de um Mundial, tendo a possibilidade de se sagrar tricampeã. Desta vez, não houve Maradona, principal obreiro das conquistas da "albiceleste" na década de 80 e inícios de 90. Nem mesmo Messi, considerado o sucessor de Diego, esteve em grande plano, mas a verdade é que a turma orientada por Sabella foi ultrapassando barreiras (Suíça, Bélgica e Holanda, na fase do "mata-mata") atingindo a final, marcada para o próximo domingo, ante a poderosa Alemanha. E o objetivo até nem é repetir 1990, quando os argentinos perderam ante os germânicos (1-0, golo de Brehme, de penálti), mas sim imitar o que os guerreiros sul-americanos fizeram quatro anos antes, no México, em que derrotaram a então RFA por 3-2. Nessa campanha gloriosa, destacou-se Diego Armando Maradona, na mais fantástica prestação individual de um atleta num Campeonato do Mundo. Depois de um bom início, o jogador do Nápoles brilhou a alto nível e assegurou o seu lugar na história, nos quartos-de-final, no confronto com a Inglaterra, em que apontou dois dos golos mais icónicos do futebol: um com a mão e outro com o pé, após ultrapassar metade dos jogadores da seleção adversária.

Reveja aqui este grande jogo da história do futebol:


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Grandes momentos do futebol: o dia em que van Basten fez esquecer as regras da física

O futebol é feito de momentos que o tornaram no que é hoje. Desde um jogo a um simples golo, passando por gestos, pensamentos, vitórias e derrotas e até tácticas, muito aconteceu. Por isso, surge este artigo, cujo principal objetivo é recordar os grandes momentos desta modalidade que tantas pessoas atrai em todo o mundo.

Esqueçam Isaac Newton, Albert Einstein ou qualquer outro físico que conheçam, pois nenhum deles conseguiria explicar unanimemente como Marco van Basten foi capaz de apontar aquele golo, na final do Europeu de 1988, à URSS. 

Erro soviético, van Tiggelen recupera a bola, galga alguns metros, passa-a a Mühren, que cruza de primeira, com o pé esquerdo, a bola sobe um pouco, parece que não surte efeito o centro, mas eis van Basten, remate em vólei... e golo! E que golo! Com aquele remate fulminante, fenomenal, van Basten deixaria uma marca intemporal na história do futebol: um tento que é um verdadeiro hino ao "desporto-rei", um pontapé que até fez Rinus Michels, austero treinador da "laranja mecânica", sorrir. Com 23 anos, e após uma temporada para esquecer (as lesões haviam-no apoquentado, pelo que apenas completara 13 partidas num ano, com 3 golos), Marco, deu o seu "grito de revolta", contra as adversidades sendo, ainda hoje, considerado como um dos melhores pontas-de-lança de todos os tempos. O "cisne", tinha elaborado a sua obra de arte.

Veja aqui este grande momento