sexta-feira, 13 de junho de 2014

Bentley termina a carreira aos... 29 anos


David Bentley, médio ofensivo formado no Arsenal, decidiu aos 29 anos terminar a carreira. Este internacional inglês, justifica a sua retirada com o fato de não se identificar com as mudanças que o futebol sofreu nestes últimos tempos.

Segundo ele, o futebol tornou-se um pouco robótico, há muita pressão dos media e muito dinheiro envolvido, deste modo ficou previsível e calculista. O médio ofensivo perdeu o amor pelo futebol.

Este jogador passou por clubes como Norwich, Tottenham, Blackburn Rovers, Birmingham, West Ham e Rostov, sendo sete vezes internacional pela selecção inglesa.

Agora Bentley quer se dedicar à família e ao negócio da restauração.



quinta-feira, 12 de junho de 2014

Diego Costa: O homem que escolheu o caminho mais difícil


São inúmeros os casos de futebolistas brasileiros que, perante a dificuldade para jogar pelo escrete, naturalizam-se por outros países, onde se podem tornar verdadeiramente relevantes. Deco, Pepe e Liedson fizeram-no para representar Portugal, assim como Marcos Senna o fez anteriormente por Espanha e Thiago Motta por Itália, entre outros.

Diego Costa é um caso diferente. Ele não optou pelo mais fácil. Podia ter evitado uma sempre polémica naturalização, mas não o fez. Como disse Luiz Felipe Scolari, «virou as costas ao sonho de milhões de brasileiros».

Poderia ter optado pelo seu país, onde não existem opções tão fortes para o lugar de ponta-de-lança como no passado. Fred e Jô, avançados de Fluminense e Atlético Mineiro, respetivamente, jogam no competitivo campeonato brasileiro, mas que não tem a qualidade, intensidade e disciplina das principais ligas europeias. Diego Costa teria as portas da titularidade escancaradas, mas declinou a situação.

Curiosamente, escolheu a seleção espanhola, que pauta por jogar muitas vezes… sem ponta-de-lança. Fàbregas é por diversas ocasiões o falso 9, e não é de esperar que Vicente Del Bosque abdique tantas vezes quanto isso de uma escolha que já lhe deu imensos triunfos.

Poder-se-ia, eventualmente, criticar o avançado do Atlético Madrid por ter escolhido a equipa nacional que mais possibilidade terá de vencer o Mundial-2014. Mas a jogar em casa, depois da vitória na Taça das Confederações e pela potência futebolística que é, neste momento o Brasil é tão ou mais favorito que la roja.

A 13 de julho já saberemos se a decisão impopular e teoricamente desfavorável que Diego Costa tomou para si próprio, valeu ou não a pena.

OFICIAL: Chelsea oficializa Fabregas

O Chelsea confirmou hoje oficialmente a contratação de Cesc Fabregas ao Barcelona. Depois de já ter sido avançada essa hipótese numa conversa captada entre Piqué e Del Bosque, eis que numa nota publicada no seu site oficial, o clube inglês anuncia que o contrato é válido para as próximas quatro temporadas, sendo que o médio aparece já vestido com a camisola 'blue' inscrita com o seu nome. Os montantes da operação não foram no entanto divulgados.

Refira-se ainda que o médio espanhol aproveita a mesma nota para justificar o seu regresso a Inglaterra, assim como a opção pelo Chelsea tendo em conta as várias ofertas de que dispunha, elogiando o plantel e os seu treinador.

Confira aqui a nota do clube:
http://www.chelseafc.com/chelsea-article/article/3900839

Brasil x Croácia: Análise aos 'Vatreni'


 Como diria Jorge Valdano, eis que chega o mês em que «todos os dias são domingo». Nada melhor que começar por enunciar a frase que tão fielmente espelha a essência do Mundial. Arranca o sonho. A ilusão ganha vida nas botas que desfilam sobre a relva dos 'gramados', e a procura do 'hexa' tem início por parte da selecção da casa. A copa das confederações parece ter despertado o gigante adormecido e elevado o temível Brasil ao estatuto de favorito a nova conquista do Olimpo futebolístico. Primeiro passo? Levar de vencida a Croácia.
Pouco rígida do ponto de vista táctico, com uma defesa frágil pese embora a experiência dos seus elementos, e uma equipa talentosa do meio-campo para a frente. Assim se define a Croácia de Niko Kovac, - chamado a assumir o comando à entrada para o 'play-off' frente à Islândia - que não foge ao paradigma habitual daquilo que tem exibido enquanto nação independente.

Escalonada em 4x2x3x1, peca pela fraca organização no sector defensivo, que estará órfão de Josip Simunic durante a competição. O capitão do Dínamo de Zagreb foi punido pela “FIFA” devido a cânticos alusivos a um movimento croata pro nazi em novembro. Assim, como opções para auxiliar Corluka no eixo, surgem Domagoj Vida e Lovren. Ausência também confirmada – porém apenas para o confronto com o Brasil - é a do ex-Sporting Daniel Pranjic, que sofreu uma entorse no joelho esquerdo e só estará recuperado para o confronto com a selecção dos  Camarões. Na manobra defensiva, é comum ver os extremos descerem para auxiliar os seus colegas de ala, algo que será essencial para menorizar estragos face à qualidade dos flanqueadores brasileiros. 
Sem que se destaquem pelo grande atrevimento ofensivo, das laterais, importa salientar a qualidade de Srna nesse mesmo capítulo. No entanto, é também pelo meio que a Croácia poderá ter problemas, - sobretudo se a equipa se encontrar balanceada no ataque – atendendo a dois factores:

1 - Fraca capacidade táctica que origina naturalmente vários desequilíbrios.

2 - Embora possua três bons elementos naquele espaço (Modric, Rakitic e Kovacic), nenhum deles é um “6” puro, e a excessiva liberdade de que gozam também origina demasiados espaços. Apesar de serem jogadores com capacidade para vir buscar jogo atrás e que fecham bem, não há um elemento que não seja tão primoroso em termos técnicos e mais eficiente no que ao desarme e à destruição de jogo diz respeito. Badelj, na plenitude das suas condições físicas, seria uma importante peça.


Na frente, a Croácia não poderá contar com Mandzukic para o jogo de estreia atendendo a que se encontra suspenso. Ao invés de procurarem a linha para servir o goleador do Bayern, Perisic e Eduardo/Olic poderão optar por diagonais para o meio. No último ensaio frente à Austrália, Jelavic rendeu Mandzukic com sucesso e marcou o único golo do encontro. A qualidade em termos de meia distância que jogadores como Rakitic ou Modric possuem poderá ser também um aspecto a ter em atenção pela defesa 'Canarinha'. Nota também para os passes de rotura que o fantasista Luka Modric procurará, elemento fundamental no esquema balcânico.

Por Afonso Canavilhas

quarta-feira, 11 de junho de 2014

VÍDEO: Portugal goleia Rep. Irlanda no regresso de CR7

No último jogo de preparação antes de iniciar o seu percurso no Mundial do Brasil, Portugal derrotou a Republica da Irlanda por esclarecedores 5-1. E se é verdade que o resultado em si é animador, mais esperançados ficaram os portugueses ao verem que Cristiano Ronaldo não só atuou de início (saiu aos 65 minutos), como ainda teve uma participação ativa em dois golos, além de outros pormenores, como, por exemplo um livre um poste. Boas notícias então para a Seleção Nacional, que teve em Hugo Almeida outro dos destaques. Atuando de início, o avançado do Besiktas bisou na partida, tendo Vieirinha, Coentrão e Keogh na própria baliza completado a mão cheia de tentos portugueses. Pelo lado irlandês, pertenceu a McClean o tento de honra.

Eis a equipa que Paulo Bento fez alinhar: Rui Patrício, Rúben Amorim (Miguel Veloso), Luís Neto (Pepe), Ricardo Costa, Fábio Coentrão, William Carvalho. Raul Meireles (André Almeida), João Moutinho, Varela (Vieirinha), Hugo Almeida (Hélder Postiga) e Cristiano Ronaldo (Nani).

Confira o resumo da partida:


terça-feira, 10 de junho de 2014

Quantos carregarão o piano ‘rojo’?

uefa.com
A seleção espanhola é uma das candidatas a vencer o Mundial-2014, pelo histórico recente – venceu as três últimas grandes competições – e pela qualidade e quantidade de opções de que dispõe.

As dores de cabeça de Vicente Del Bosque, comparadas com as de outros selecionadores, são bem mais saudáveis. Escolher entre Fàbregas como falso ponta-de-lança ou Diego Costa como referência do ataque é algo que muitos desejavam. Optar pela verticalidade de Pedro ou pelo jogo interior de David Silva é daquelas dúvidas que Paulo Bento, por exemplo, não se importaria de ter.

Entre as questões complicadas mas que não tiram o sono está o triângulo do meio-campo. Um ou dois trincos? Os todo-poderosos Barcelona e Real Madrid, que constituem grande parte dos 23 convocados, atualmente jogam apenas com um. No entanto, a fórmula que deu sucesso no último Campeonato da Europa foi juntar Xabi Alonso e Busquets atrás de Xavi, David Silva, Iniesta e Fàbregas/Torres/Negredo.

No fundo, Alonso e Busquets funcionavam como carregadores de um piano tocado pelos médios e atacantes acima referidos. São eles os responsáveis pelo trabalho invisível, de garantia de equilíbrios defensivos que permitia libertar os artistas para a zona de decisão.

Mas dois anos depois, as coisas mudaram. Os merengues, com Carlo Ancelotti, passou a dispor-se em 4x3x3, com Xabi Alonso a habituar-se a jogar sozinho à frente da defesa, algo que Busquets já fazia há várias temporadas nos blaugrana. Del Bosque tem testado esse sistema, até porque é aquele em que os jogadores estão mais rotinados, mas há uma nuance importante relativamente à equipa que ganhou o Euro-2012. Arbeloa, um lateral posicional e que se aventurava pouco no ataque, era titular no lado direito da defesa, mas não estará no Mundial. Estarão sim os mais ofensivos Juanfran e sobretudo Azpilicueta, que deverá ser o titular.

Caberá ao selecionador decidir entre fazer o transfer do que os seus futebolistas trabalham diariamente nos clubes ou manter o equilíbrio que tem dado frutos em la roja. Até o poderá fazer em função do adversário. Certamente terá pela frente os que lhe colocam um autocarro à frente, mas também enfrentará oponentes ousados, a querer discutir o jogo taco-a-taco.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Vai dar que falar: Rubén Dias

Rúben Dias é um defesa central do Benfica com enorme potencial. Chamado regularmente às selecções jovens do nosso país, foi um dos melhores jogadores na última campanha de Portugal no Europeu Sub-17, revelando grande autoridade e confiança no centro da defesa. É um jogador com boa capacidade física que domina os lances aéreos e possui um bom nível técnico, sendo capaz de jogar com ambos os pés, mesmo em situações de pressão. Procura jogar simples demonstrando boa qualidade de passe. Em termos defensivos, é um jogador agressivo, mas muito atento ao tempo de entrada na bola e lê bastante bem o jogo, colocando-se em posições privilegiadas para interceptar ou antecipar passes para os avançados. O Benfica tem em seu poder um "diamante" a ser limado, que poderá tornar-se um jogador muito interessante para o seu clube e quem sabe, um jogador a valorizar para um clube de maior dimensão. Ainda jovem, deve continuar a trabalhar e a dar o seu melhor para continuar a evoluir.


Nome: Rúben Dias
Data de Nascimento: 1997-05-14 (17 anos)
Local de Nascimento: Portugal
Altura: 184 cm
Peso: 76 kg
Posição: Defesa Central
Clube: Benfica



O que é feito de… Rogério

Foi dele o golo apontado frente ao CSKA de Moscovo na final da Taça UEFA, em 2005, disputada no Estádio de Alvalade. Era o lateral-direito do Sporting CP treinado por José Peseiro, mas também podia jogar como médio e apresentava um remate potente com o seu pé direito. O seu nome é Rogério.


Rogério Fidélis Régis, mais conhecido como Rogério, nasceu em Campinas, Brasil, a 28 de fevereiro de 1976. O seu gosto pelo futebol começou muito cedo e em 1995 deu nas vistas nas camadas jovens do modesto clube brasileiro União de São João, onde depois integrou o plantel principal da mesma equipa, e onde foi treinado por Marinho Peres. 
Depois de sair do clube União de São João, Rogério assinou contrato com o Palmeiras, onde foi treinado por três treinadores brasileiros, sendo eles Vanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto Silva e Luiz Felipe Scolari. Como jogador do Palmeiras, Rogério foi colega de equipa de jogadores como, por exemplo, Cafú, Roque Júnior, Magrão, Faustino Asprilla ou o guarda-redes brasileiro Marcos. Rogério permaneceu no Palmeiras durante cinco épocas (1996, 1997, 1998, 1999 e 2000) e conquistou 1 Copa Libertadores, 1 Copa Mercosul, 1 Copa do Brasil, 1 Campeonato Paulista A1 e 1 Copa dos Campeões Regionais.
A meio do ano de 2000, Rogério abandonou o Palmeiras e rumou ao Corinthians onde jogou, na totalidade, 16 jogos e apontou 7 golos pelo ‘Timão’. Enquanto jogador do Corinthians, onde permaneceu cinco épocas (2000, 2001, 2002, 2003 e 2004), Rogério foi companheiro de Dida, Marcos Senna, Tanque Silva, Liedson ou Jô e ganhou 1 Copa do Brasil, 1 Campeonato Paulista A1 e 1 Torneio Rio-São Paulo.   

Ingresso no Sporting
Após sair do Corinthians, Rogério rumou até Portugal para representar o Sporting Clube de Portugal, onde jogou durante duas épocas (2004/2005 e 2005/2006), desempenhando as funções de lateral direito e também de médio. Como jogador dos ‘leões’, jogou 59 jogos e marcou 5 golos (um deles na final da Taça UEFA, frente ao CSKA de Moscovo, na época 2004/2005, e outro contra o Belenenses, na primeira jornada do campeonato português, na época 2005/2006). No Sporting CP, Rogério partilhou balneário com jogadores como o guarda-redes Ricardo, Anderson Polga, Liedson, Rodrigo Tello, Mauricio Pinilla ou Deivid.
 
A meio da época 2005/2006, Rogério foi emprestado ao Fluminense, onde jogou com jogadores como, por exemplo, Rissutt, Vladimir Djordjevic, Dejan Petkovic, Marcos Arouca ou Claudio Pitbull. Na sua passagem pelo ‘mítico’ Maracanã, Rogério jogou realizou 15 jogos e apontou 2 golos pelo Fluminense.


‘Caixeiro viajante’ no Brasil
Depois do empréstimo ao Fluminense, Rogério desvinculou-se do Sporting CP e começou a ‘saltar’ de clube em clube quando regressou ao Brasil. No ano de 2007, representou dois clubes modestos no Brasil: primeiro o Itumbiara e depois o Santo André. No ano de 2008, Rogério assinou contrato com outro clube modesto, desta feita com o São Caetano, e nos anos de 2009 e 2010 o lateral-direito brasileiro esteve sem clube, depois de se desvincular do São Caetano. Em 2011, Rogério voltou a jogar e nesse ano representou dois clubes: primeiro jogou no Grêmio Osasco e depois representou o Oeste. No ano de 2012, Rogério regressou ao Grêmio Osasco e em 2013, o antigo jogador leonino assinou contrato com o Atlético Barra, onde acabou por pendurar as botas.
Atualmente, com 38 anos, Rogério Fidélis Régis é o treinador do Atlético Barra, clube onde terminou a carreira de futebolista em 2013.

A ficha
Nome: Rogério Fidélis Régis
Idade: 38 anos
Data de Nascimento: 28/02/1976
Local de Nascimento: Campinas, Brasil
Altura: 1,79m
Peso: 69 kg
Posição: Lateral-Direito/Médio
TRAJETÓRIA COMO JOGADOR
1995: União de São João (Sub-20)
1995: União de São João
1996/2000: Palmeiras
2000/04: Corinthians
2004/2006: Sporting CP
2006: Fluminense (empréstimo)
2007: Itumbiara
2007: Santo André
2008: São Caetano
2011: Grêmio Osasco
2011: Oeste
2012: Grêmio Osasco
2013: Atlético Barra
PALMARÉS COMO JOGADOR
1 Copa Libertadores
1 Copa Mercosul
2 Copas do Brasil
1 Copa dos Campeões Regionais
2 Campeonatos Paulistas A1

2 Torneios Rio-São Paulo 

EM AÇÃO
Recorde aqui alguns dos seus melhores momentos:


Por João Nobre

domingo, 8 de junho de 2014

Marco Silva: O homem certo?

maisfutebol.iol.pt
As opiniões dividem-se sobre o novo treinador do Sporting. Uns afirmam que será um novo Paulo Fonseca, outros baseiam-se no bom trabalho que desenvolveu no Estoril para lhe projetar um bom futuro.

Parece que um caso raro no futebol português se tornou num padrão para analisar contratações. Jorge Jesus também nunca tinha treinado um grande antes de chegar ao Benfica e Leonardo Jardim também foi progredindo na carreira e há muitas outras coisas a olhar além dos resultados.

O Paços de Ferreira de Paulo Fonseca terminou o campeonato português no pódio, o que é bastante assinalável, mas era um autêntico carro de combate. O Estoril – que em 2013/14 até conquistou os mesmos 54 pontos que os castores em 2012/13 – respirava um futebol mais perfumado e romântico.

Havia um gosto pela circulação de bola e por tentar jogar sempre rente ao solo, com critério e objetividade que não existia em mais nenhuma equipa que não lutasse pelo título. É verdade que apostava sobretudo em ataque rápido e que em Alvalade encontrará adversários menos expostos no momento defensivo, mas o que fica de Marco Silva é a imagem de um treinador que não se esgota nos (ótimos) resultados.

Há que reconhecer competência a quem pega numa equipa nos últimos lugares da II Liga sem nunca ter tido experiência no comando técnico de alguma formação, consegue subir de divisão e faz com que os seus jogadores acreditem num modelo de jogo que em nada é típico de um recém-promovido.

Há que reconhecer versatilidade e capacidade motivacional para quem perde vários jogadores importantes como Steven Vitória, Jefferson, Carlos Eduardo ou Licá depois de ter ficado em 5º, não se queixa, e na temporada seguinte ainda melhora a classificação e a pontuação.

Além dos três grandes e dos intrusos Boavista e Sp. Braga, lembram-se do último clube a ficar duas épocas seguidas no Top 5? Temos de recuar quase duas décadas. Vitória de Guimarães, em 1996/97 e 1997/98.

Um feito difícil de obter, com um orçamento baixo e ainda por cima com um futebol arrojado. É o mesmo que se pede agora a Marco Silva no Sporting.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Vídeo: 'Lendas' do Real Madrid vs 'lendas' da Juventus


Antigas glórias da Juventus e do Real Madrid juntaram-se ontem em Turim para um encontro de solidariedade. Foram muitas as 'estrelas' que atuaram de um lado e do outro e pese embora o resultado ser, nestes casos, o que menos importa, é de referir que no final foi a equipa espanhola quem levou a melhor, vencendo por 5-1, com golos de Morientes, Zidane, Velasco, De la Red e Seedorf.

Veja aqui o resumo da partida: