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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Funes Mori apresentado no Benfica


Rogelio Funes Mori foi apresentado hoje como novo jogador do Benfica. O avançado argentino assinou contrato válido por cinco temporadas, numa operação que envolveu a cedência de Rodrigo Mora ao River Plate. Em declarações à Benfica TV, o jogador de 22 anos mostrou-se satisfeito por vestir a camisola dos 'encarnados': «Estou muito contente por representar uma equipa grande de Portugal. As expectativas são as melhores, espero triunfar e dar o melhor de mim». Funes Mori revelou ainda que o Porto também tentou a sua contratação: «Tive a oportunidade de ir para o FC Porto e para outro clube português, mas não hesitei em escolher o Benfica, o maior clube de Portugal e muito conhecido mundialmente». 

Confira as qualidades do jogador argentino:


segunda-feira, 25 de junho de 2012

River Plate está de volta à Primeira Divisão!


O River Plate está de regresso à primeira divisão do futebol argentino. Depois de há quase um ano (26 de junho de 2011) a histórica equipa de Buenos Aires ter descido pela primeira vez nos seus 110 anos de história, o 'eterno inimigo' do Boca Juniors confirmou este fim-de-semana o  regresso ao escalão principal. E para tal, muito pode agradecer a David Trezeguet, verdadeiro herói da equipa e dos adeptos ao marcar os dois golos do triunfo do River por 2-0 frente ao Almirante Brown, a contar para a 38ª e última jornada da competição. Desta forma, e com mais um ponto que o segundo classificado, o Quilmes, que também festejou a subida, o River Plate sagrou-se igualmente campeão da 2ª divisão.

Veja aqui os golos e a festa do River:

sábado, 16 de junho de 2012

Saviola está de saída

O avançado argentino do Benfica Javier Saviola deverá deixar, neste defeso, o clube da luz. Pouco utilizado na época passada onde teve o estatuto de quarta escolha atrás de Óscar Cardozo, Rodrigo e Nélson Oliveira o Benfica pretende agora vender o avançado que chegou em 2008/09 por 5 milhões de euros vindo do Real Madrid. "El Conejo" já passou a "barreira" dos 30 anos pelo que o Benfica sabe que daqui para a frente será cada vez mais difícil fazer um bom encaixe financeiro com o avançado. Segundo a imprensa, Saviola tem já alguns pretendentes na América do Sul nomeadamente o "seu" River Plate onde despontou (juntamente com Pablo Aimar) no final dos anos 90. 
O Benfica perece disposto a negociar a partir dos 2 milhões de euros até porque o argentino é um dos jogadores com maior salário do plantel. Saviola já frisou que estará sempre muito agradecido ao Benfica por este lhe ter relançado a carreira.    

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Rei morto, rei posto: Ronaldinho pode render Beckham no “trono” dos LA Galaxy

Impotentes para travar o regresso de David Beckham ao futebol europeu, mais precisamente ao Paris SG, os norte-americanos dos Los Angeles Galaxy procuram agora um substituto para o lugar de estrela da companhia deixado vago pelo internacional inglês.
E uma das hipóteses é o brasileiro Ronaldinho Gaúcho que se encontra de mome nto num impasse quanto à sua continuidade ao serviço do Flamengo.
Recorde-se que no espaço de uma semana esta a segunda vez que o nome do internacional brasileiro aparece associado ao interesse de um clube, já que antes dos actuais campeões dos Estados Unidos da América surgiram ecos de que o River Plate estaria disposto a abrir os cordões à bolsa para levar “R10” para Buenos Aires.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

River Plate “blinda” filho de Diego Simeone

“Filho de peixe sabe nadar”, um ditado que poderá servir de explicação ao facto de hoje o River Plate ter ampliado, e consequentemente melhorado, o contrato do filho mais velho do ex-internacional argentino Diego Simeone, Giovanni Simeone, para mais três anos. Simeone “júnior”, avançado de apenas 16 anos, que milita nas camadas jovens do emblema de Buenos Aires, tem sido cobiçado por diversos clubes europeus, entre eles o Atlético de Madrid, onde aliás jogou o seu pai. Perante o assédio o River Plate prolongou o contrato com a sua jovem “pérola”, blindando-a com uma claúsula de rescisão na ordem dos 20 milhões de euros.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

River Plate desce de divisão

Pela primeira vez em 110 anos de história, o mítico clube de Buenos Aires desceu à segunda divisão argentina.

Disputou-se na madrugada de domingo a 2ª mão do playoff de manutenção, frente ao Belgrano de Córdoba. Os 'millonarios' partiam com uma desvantagem de dois golos trazida do primeiro jogo, mas Mariano Pavone fez sonhar quando, aos 9', colocou o River na frente do marcador. Ainda assim, esse golo seria infrutífero, pois o Belgrano empataria a partida à passagem dos 60 minutos. Dez minutos mais tarde, o mesmo Pavone teve a oportunidade de relançar o encontro, mas falhou uma grande penalidade, ditando assim a descida da 'Maquina' ao segundo escalão argentino.

Nota para o facto de o jogo ter sido interrompido devido a disturbios com os adeptos, que voltaram no final do mesmo, mesmo ainda dentro do estádio. Entre as confusões, houve um morto e pelo menos 47 feridos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Boca Juniors é o melhor clube da década na América do Sul

O Boca Juniors foi hoje eleito o melhor clube sul-americano da década numa votação avançada pela Federação Internacional de História e Estatísticas de Futebol (IFFHS). Na votação os argentinos somaram 2095 pontos contra os 1939 dos brasileiros do São Paulo que ficaram na segunda posição. A encerrar o pódio ficou o eterno inimigo do clube de La Bombonera, o River Plate, com um total de 1692 pontos. Este prémio fica muito a dever-se a uma década pautada por grandes conquistas por parte do Boca, com destaque para 3 Taças dos Libertadores (2001, 2003 e 2007) e uma Taça Intercontinental (2003).

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Funes Mori longe da Luz

Funes Mori, jovem argentino desejado por Jorge Jesus para reforçar o ataque do Benfica, está cada vez mais longe da Luz. Cristian Filippi, um dos representantes do jogador, revelou à rádio argentina La Red que Benfica e River Plate não chegaram a um entendimento: «Há uma discrepância de 30 a 40 por cento para que cheguem a acordo». O Benfica terá apresentado uma proposta a rondar os 8,5 milhões de euros, valor que fica aquém do desejado pelos 'Millonarios', que pretendem arrecadar cerca de 12 milhões pela jovem promessa.

Também representado por Cristian Filippi é Gabriel Mercado, um defesa-direito que a imprensa argentina associa aos 'encarnados'. O jogador do Estudiantes de La Plata somou a sua primeira internacionalização no ano transacto, pela mão de Diego Maradona. Mercado já esteve nas cogitações de Porto e Sporting.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mori a caminho da Luz

O avançado Funes Mori, há muito referenciado pelos encarnados, será, ao que tudo indica, um dos primeiros reforços do Benfica no mercado de Inverno. O argentino deverá custar cerca de 8,5 milhões de euros aos cofres da Luz e assinará contrato válido por uma época e meia.


Actualmente no River Plate, Mori é apontado como um dos atacantes das 'pampas' com maior margem de progressão, sendo visto como o sucessor de Hernan Crespo. O Benfica tem um grande aliado no negócio: o empresário Kia Joorabchian, responsável pela vinda de Ramires para Lisboa.


É do interesse de Funes Mori chegar à Luz, já que o Benfica seria a montra para o resto do continente europeu. De resto, o negócio será feito nos mesmos moldes do de Ramires.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

River Plate derrota Boca Juniors

O River Plate venceu o superclássico argentino, ao bater esta noite o rival Boca Juniors por 1-0, em jogo a contar para a 14ª jornada do Torneio Abertura. A equipa da casa já não ganhava há cinco jogos, mas hoje dominou por completo o encontro e o triunfo até acabou por ser escasso. Na primeira parte, só um punhado de defesas do guardião Jaime Garcia, evitou que o River se adianta-se no marcador, enquanto o Boca se viu privado da sua estrela Riquelme, que saiu lesionado. O segundo tempo começou com um lance polémico na área visitante, um corte com a mão do defesa do Boca Juniors, levou aos protestos dos jogadores adversários, numa grande penalidade não assinalada pelo juiz da partida. O único golo surgiu aos nove minutos, na sequência de um pontapé de canto, Maidana saltou mais alto que tudo e todos não dando hipóteses ao guarda-redes forasteiro. Claro está que o momento levou à loucura os adeptos da casa, enquanto do outro lado a claque do Boca Juniors, que estava colocada por cima de adeptos do River lançou tochas que atingiram todos aqueles que se encontravam na bancada inferior. Até final continuou a pertencer à equipa visitada as melhores ocasiões de golo, mas o resultado não voltaria a sofrer alterações. Com esta vitória o River Plate subiu ao oitavo lugar com vinte e um pontos, enquanto o Boca Juniors permanece na décima quinta posição com dezassete, num torneio que é liderado a meias pelo Vélez Sársfield e Estudiantes, ambos com trinta pontos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ainda se lembra...de Gabriel Batistuta

A fechar mais uma semana de muitos golos marcados por essa Europa fora, nada melhor que relembrar um dos avançados, que será para sempre lembrado pela sua grande capacidade de finalização e conquistas.


Do basquetebol para os relvados

Gabriel Omar Batistuta, mas para sempre recordado como Batigol, nasceu a 1 de Fevereiro de 1969, na cidade de Avellaneda, na Argentina. O seu 1.85 de altura fez com que preferi-se o basquetebol ao futebol, mas depois de vibrar com o triunfo da selecção no Mundial de 78 e muito por culpa de Mário Kempes, Batistuta começou a jogar à bola com os amigos nas ruas, até se juntar ao Platense, um clube local, sendo depois seleccionado para o Reconquista, onde ganhou o campeonato provincial, ao derrotar o Newell's Old Boys com dois golos de sua autoria. E foi assim que chamou atenção do emblema de Rosário, acabando por assinar um contracto profissional em 1988, treinado por Marcelo Bielsa. Só que as coisas não correram da melhor forma, ao ficar afastado da família e dormir numa das salas do estádio, juntou-se um problema de excesso de peso, que o levou a ser emprestado ao Deportivo Italiano de Buenos Aires, participando num torneio em Itália, sendo o melhor marcador com três golos. Em 1989, Gabriel Batistuta chegava ao River Plate, mas nem os 17 golos serviram para cair nas boas graças do técnico Daniele Passarella, com quem teve vários desentendimentos, deixando o clube a meio da época. Esse facto foi aproveitado pelos rivais do Boca Juniors, que não hesitaram em contratar o avançado, porém só na temporada de 91 com Oscar Tabarez ao comando, é que Batistuta se afirmou, marcando 20 golos que ajudaram o clube a conquistar o campeonato. Tinha chegado a hora de Batistuta rumar a outros palcos e a outro país, Itália seria o seu destino.


Ciao Florença

Gabriel Batistuta chegava à Fiorentina em 1991, para aquele que viria a ser o seu clube de carreira, a primeira temporada revelou-se animadora com o argentino a marcar treze golos, mas o ano seguinte seria dramático para os de Florença que viriam a descer de divisão. Só que Batigol mantêve-se fiel à camisola e com os seus dezasseis tentos voltariam à Serie A em 94, com Claudio Ranieri ao leme. Nesse ano Batistuta faria a sua melhor época ao serviço da Fiore, marcando vinte seis golos, onze dos quais nas primeiras onze jornadas, batendo o recorde de 30 anos, que pertencia a Ezio Pascutti. Os títulos chegariam um ano depois com as conquistas da Taça de Itália na final frente à Atalanta, com Batigol a marcar nas duas mãos e a Supertaça Italiana, vencendo o AC Milan por 1-2 com um bis do argentino. No entanto o troféu mais ansiado, o scudetto, não chegava a Florença e Batistuta começou a pensar em mudar-se para um clube de maior dimensão no país, a formação viola contratou o técnico Giovanni Trapattoni na esperança de manter Gabriel na equipa e apesar da cedência deste, uma lesão afastou-o por mais de um mês dos relvados e a Fiorentina que liderava a tabela acabou por se ressentir, terminando no terceiro lugar o que lhe permitia jogar na Liga dos Campeões. Na temporada de 99 /2000, a Fiorentina terminava no sétimo lugar e era eliminada na segunda fase da Champions, foi o prenúncio da saída de Batistuta.


Finalmente o scudetto

Ano 2000, Gabriel Batistuta chegava a Roma, o primeiro ano ao serviço do clube da capital, não podia ser melhor, vinte golos marcados e mesmo com uma lesão no joelho, não o impediram de conquistar o título, que já fugia aos giallorossi desde 1983. Batigol, mudou o número da camisola de 18 para 20 em alusão aos golos apontados nessa temporada, voltando a trocar na época de 2002 desta vez colocando o trinta e três, referente à sua idade. Em 2003, os anos já pesavam e o avançado argentino, já não tinha a mesma frescura de outrora, por isso foi sem surpresa que foi emprestado ao Inter de Milão, tendo feito somente dois golos, o contracto com a Roma terminava e com ele também o fim da sua carreira se aproximava a passos largos.


Encerrar de um reinado nas Arábias

Seduzido pelos milhões da Arábia, Gabriel Batistuta transferiu-se para o Al-Arabi do Qatar, não custando um único centavo. Apesar dos 36 anos, Batigol voltaria a bater recordes, desta feita o de melhor marcador de todos os campeonatos árabes, 24 golos em 21 jogos, valeram-lhe a bota de ouro em 2004. Em Março de 2005, Batistuta dava por encerrada a sua carreira no mundo do futebol, devido a várias lesões que o impediram de continuar a jogar pelo Al-Arabi.


Ao serviço da Argentina

Gabriel Batistuta estreou-se pela selecção do seu país em 1991, na Copa América disputada no Chile e com seios não só conduziu a Argentina ao título, como foi o melhor marcador da prova. Em 1993 voltaria a jogar a mesma competição, desta feita no Equador, onde a alviceleste voltaria a triunfar e tudo isto conduzia ao Mundial de 94 nos Estados Unidos, que começou da melhor maneira para os argentinos, vitória por 4-0 sobre a Grécia com um hat-trick de Batistuta. O caso de doping que envolveu Diego Maradona, acabou por afectar o desempenho da equipa, que seria eliminada pela Roménia nos 16 avos de final, por 3-2 com Batigol a marcar de grande penalidade. A qualificação para o França 98, não podia ser pior para o avançado, orientado por Daniele Passarella, com quem já havia tido desentendimentos no River Plate, Batistuta acabou por ficar de fora a maior parte dos jogos, após nova troca de palavras com o seleccionador. Ambos concordariam em colocar as divergências de lado em prol da equipa e Batigol marcaria presença no mundial, apontando mais um hat-trick contra a Jamaica, tornando-se no quarto jogador a fazê-lo em fases finais de um campeonato do mundo, a Argentina caíria aos pés da Holanda nos quartos de final, perdendo por 2-1. Restava agora a Gabriel Batistuta o Mundial de 2002, o argentino anunciou que essa seria a sua última competição ao serviço da selecção e como tal esperava triunfar, o seu desejo parecia crescer já que a Argentina era agora comandada por Marcelo Bielsa, que tinha sido seu técnico no Newell's Old Boys. As expectativas rapidamente se goraram, porque a alviceleste havia calhado no chamado "grupo da morte", composto por Suécia, Nigéria e Inglaterra. Batistuta deu a vitória no primeiro jogo por 1-0 frente aos africanos, mas um empate com a formação nórdica e a derrota com os ingleses na última ronda, deixaram a Argentina no terceiro lugar do grupo F, com quatro pontos, saindo da prova logo na primeira fase o que já não sucedia desde 1962.


Veja os melhores golos de Gabriel Batistuta




Palmarés

Ao longo da carreira Gabriel Batistuta conquistou diversos títulos individuais fruto dos muitos golos marcados, onde se destacam os de melhor marcador da Serie A e o artilheiro máximo de toda a história da Fiorentina e da selecção argentina. A nível de clubes teve como pontos altos os campeonatos ao serviço do River Plate e da Roma. Na liga italiana marcou 184 golos em 318 jogos, num total de carreira correspondente a 414 encontros e 246 remates certeiros, enquanto na selecção argentina festejou por 56 vezes em 78 internacionalizações.


Actualmente

Terminada a carreira, Batistuta regressou à Argentina onde tirou o curso de treinador de futebol, mas tal como no princípio, desligou-se dos relvados preferindo o golfe. No Mundial de 2006, foi comentador para uma estação televisiva e hoje em dia dirige a sua própria empresa de construção civil.