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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ancelotti quer juntar Bale, Neymar, Cavani e Isco no Real

Carlo Ancelotti afigura-se, cada vez mais, como o sucessor de José Mourinho no banco do Real Madrid para a próxima época. O treinador italiano que levou o PSG à conquista do título em França está extremamente bem cotado entre os dirigentes 'merengues', e até já disse publicamente que apenas está à espera do 'Ok' dos dirigentes do clube gaulês para rumar à capital espanhola. De resto, Ancelotti parece já estar a trabalhar ao serviço do Real, ao ponto de, segundo a imprensa de 'nuestros hermanos', o treinador italiano até já elaborou uma lista de reforços que pretende ver satisfeita já para o ataque à nova temporada. São, nada mais, nada menos do que quatro os nomes: Garetha Bale, do Tottenham, Neymar do Santos, Cavani do Nápoles e Isco do Málaga.
Contudo, além da forte concorrência por jogadores deste calibre, há também a questão dos valores, sendo que assegurar a contratação destes quatro futebolistas não deverá custar menos do que 200 milhões de euros.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Ancelotti substitui Kombouaré no PSG

Carlo Ancelotti é o sucessor de Antoine Kombouaré no comando do PSG. O técnico italiano de 52 anos assinou um contrato de dois anos com o emblema parisiense, e vai auferir um salário milionário a rondar os 7 milhões de euros. O antigo técnico do Milan e do Chelsea pretende «tornar o PSG competitivo em França e na Europa». Claude Makélélé, que abandonou os relvados no final da época passada, envergando a braçadeira de capitão dos 'Rouge-et-Bleu', será um dos adjuntos de Ancelotti. Alexandre Pato, Kaká, Beckham e Hulk são alguns dos jogadores que estão na mira do PSG para a reabertura do mercado de transferências.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Chelsea entre Hiddink e Villas-Boas

Perante a mais que provável saída de Carlo Ancelotti do comando do Chelsea, Guus Hiddink e André Villas-Boas são os nomes em cima da mesa para suceder ao técnico italiano. Segundo o The Guardian, Hiddink, actual seleccionador da Turquia, é o preferido de Roman Abramovich. O técnico holandês já treinou os 'blues' em 2009, ao mesmo tempo que orientava a selecção da Rússia. Villas-Boas também já trabalhou em Stanford Bridge, como adjunto de José Mourinho.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ainda se lembra...de Gianfranco Zola

A fechar mais uma semana de muito futebol falamos daquele que foi um dos melhores médios de sempre dos anos 90. Apesar da sua baixa estatura a grandeza da sua qualidade futebolística sempre se conseguiu impor, deixando por isso várias recordações nos relvados por onde passou.



Sempre a subir


Gianfranco Zola nasceu a 5 de 1966 em Oliena, Itália tendo começado a jogar no clube da terra o Nuorese Oliena, no qual nunca chegou a actuar pela equipa principal, estávamos no ano de 1980 e por lá ficou durante três épocas até se transferir para o Nuorese da quarta divisão italiana. Foi aí que as suas características começaram a sobressair, marcando dez golos em 31 jogos, o que lhe valeu uma nova mudança de clube em 1986, o Torres, que também disputava a mesma divisão do Nuorese. Foi aqui que Zola conquistou o seu primeiro título como profissional, ao vencer a Serie C-2, tendo um papel determinante na equipa.


De Nápoles a Parma

As boas exibições no Torres, levaram em que 1989 os dirigentes do Nápoles levassem Zola para o clube que vivia sobre o reinado de Diego Maradona, do qual aliás o médio italiano diz ter aprendido tudo o que sabe sobre o futebol. Na primeira temporada, Zola fez apenas sete jogos tendo marcado dois golos, o suficiente para conquistar o scudetto. Só que dois anos depois, Maradona seria apanhado nas malhas do doping por consumo de cocaína, Zola assumiu então o controlo do meio campo, mas com a saída do astro argentino o clube caiu não só em relação a títulos, mas também a nível financeiro o que levou os dirigentes do Nápoles a terem de vender os seus jogadores mais influentes, entre os quais Zola. Decorria o ano de 1993, quando o jogador italiano se mudou para Parma onde viveria os seus primeiros pontos altos da carreira, logo naprimeira época ao serviço dos gialloblu, Zola conquistou a Supertaça Europeia, que naquela altura era jogada a duas mãos. Depois de perder no Estádio Enio Tardini por 0-1 frente ao AC Milan, o Parma foi a San Siro derrotar os rossoneri por 0-2, levando assim o troféu. Em 1995 novo triunfo europeu, desta vez a extinta Taça UEFA, e novamente frente a uma formação italiana, a Juventus. Vitória fora por 0-1 na primeira mão e uma igualdade a um golo, foram suficientes para Zola, que era dono e senhor do meio campo vencer mais uma competição. No entanto o ano de 96 seria o culminar da permanência do médio em Parma, as chegadas de Hernan Crespo e Stoichkov aliadas ao estilo táctico de Carlo Ancelloti, que em nada favorecia o futebol de Zola, levaram a que o médio tivesse de rumar para outras paragens.


Herói em Inglaterra

A meio da temporada de 1996, Gianfranco Zola mudava-se para Londres, mais propriamente para Stamford Bridge, onde consolidaria o seu nome no mundo do futebol com a camisola do Chelsea. Apesar de chegar com o campeonato a decorrer, Zola depressa ganhou espaço na equipa, fruto da sua grande habilidade com a bola, tornar-se-ia uma das peças fulcrais para a conquista da Taça de Inglaterra em 1997, derrotando na final o Middlesbrough por 2-0 e com ele um jejum de 26 anos sem títulos dos blues. A segunda época seria ainda melhor para Zola, titularíssimo no meio campo do Chelsea, o médio italiano levou o clube "às costas" e mais três troféus, a Taça da Liga, a Taça das Taças, onde até começou no banco, mas vinte segundos após ter entrado a meio da segunda parte, Zola fez único golo com que os blues derrotariam o Estugarda. A finalizar a temporada mais uma final vencida desta feita a Supertaça Europeia, também por 1-0 contra o Real Madrid. A idade começou então a pesar nas pernas de Gianfranco Zola, mas o médio ainda conseguiu dar o seu contributo para que o Chelsea vencesse mais uma Taça de Inglaterra, mas o ponto alto foi mesmo a qualificação histórica para a Liga dos Campeões, onde o clube nunca tinha participado. Entre 2000 e 2002, Zola perdeu cada vez mais espaço na equipa, sendo quase sempre suplente dos atacantes da altura Gudjohnsen e Jimmy Hasselbaink, voltando em grande no último ano com a camisola do Chelsea, marcando 16 golos e mais uma presença na liga milionária. A camisola 25 do Magic Box, como ficou apelidado pelos adeptos londrinos foi então retirada para sempre da equipa, para que nenhum jogador a pudesse envergar.


Veja os melhores golos de Gianfranco Zola




Regresso a Itália para o fim de carreira

Em 2003 Gianfranco Zola regressou a Itália para fazer as suas duas últimas épocas como jogador de futebol, o clube escolhido foi o Cagliari, que aquando da chegada do médio estava na segunda divisão. Zola conseguiu levar o clube de novo há Serie A, para na época seguinte colocar um ponto final na sua carreira uma semana antes de fazer 39 anos.


Curta passagem pela selecção

Gianfranco Zola não teve uma carreira de sucesso no que toca há selecção nacional italiana. A sua estreia aconteceu a 13 de Novembro de 1991, num jogo de qualificação para o Euro92, frente à Noruega, que terminou empatado a uma bola. Curta foi também a sua passagem pelo Mundial de 94, onde foi expulso contra a Nigéria após ter entrado onze minutos antes, não voltando a fazer qualquer jogo apesar da Itália ter chegado à final. Os seus primeiros golos surgiram a 25 de Março de 1995, na vitória por 4-1 frente à Estónia, em jogo de qualificação para o Euro96, onde voltaria a estar e de novo em mau plano, já que falhou o penalti contra a Alemanha, que deixou a Itália eliminada logo na fases de grupos. A sua última das 35 internacionalizações aconteceu em Outubro de 1997, numa partida disputada em Roma diante da Inglaterra, renunciando a sua ida à selecção depois de não ser convocado para o Mundial de 98 em França.


Actualmente e Palmarés

Hoje em dia temos a oportunidade de ver Gianfranco Zola como treinador do West Ham United. Ao longo dos 21 anos de carreira fez 629 jogos e marcou 193 golos, conquistou dez títulos a nível de clubes, onde se destacam o campeonato ao serviço do Nápoles, as duas Taças Supertaças Europeias pelo Parma e Chelsea, bem como a Taça UEFA ganha com o emblema gialloblu e a Taça das Taças com a camisola dos londrinos. Individualmente foi eleito o melhor jogador da Liga Inglesa, sendo o único jogador a vencer este prémio tendo chegado a meio da temporada, em 1997 e foi eleito o melhor jogador do ano por duas vezes, 1997 e 2003.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chelsea pretende David Luiz em Janeiro

O Chelsea necessita de um defesa-central com muita urgência, face às lesões de Alex e John Terry, e David Luiz é o preferido de Carlo Ancelotti. Segundo o 'Daily Mirror', os 'blues' vão avançar com uma proposta no sentido de assegurar os préstimos do internacional brasileiro já em Janeiro.  

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Derbi de Manchester deixa Chelsea mais isolado

O confronto entre os dois emblemas de Manchester, o City e United, a contar para a 12ª jornada da Liga Inglesa acabou empatado a zero. Numa partida em que as tácticas de ambas as formações se anularam uma à outra, a igualdade acabou por ser o resultado mais natural, a melhor ocasião surgiu por parte dos citizens, num livre de David Silva, a que Van der Sar se opôs com uma excelente defesa. Com isto saiu a ganhar o Chelsea, que recebeu e venceu o Fulham por 1-0, Michael Essien em cima da meia hora fez o golo do triunfo dos blues. De resto o ganês estaria em evidência, quando já para lá do minuto 90' viu o vermelho directo por uma entrada às pernas do norte americano Clinton Dempsey. A equipa de Carlo Ancelotti aumenta assim para quatro a vantagem sobre o Manchester United, e sete sobre o City, enquanto o Arsenal mantêm os cinco pontos de atraso, depois de ter vencido fora o Wolverhampton por 0-2, com um bis do avançado marroquino Chamakh. Destaque ainda para o empate do Liverpool a uma bola no reduto do Wigan.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Real pensa em substituto para Pellegrini

Manuel Pellegrini tem os dias contados em Madrid. Depois da eliminação precoce na Liga dos Campeões, os dirigentes do Real já pensam num treinador para a próxima temporada. Segundo a 'Marca', José Mourinho, Rafa Benítez, Carlo Ancelotti e Fabio Capello são os alvos preferidos dos 'merengues', todos eles já vencedores da 'Champions'. Mourinho tem vindo a ser apontado ao comando do Real, mas o presidente do Inter, Massimo Moratti, já fez saber que pretende renovar com o técnico português.