O Brasil venceu a Taça das Confederações depois de derrotar na final a Espanha, por 3-0. A seleção 'canarinha' não deu hipóteses aos atuais campeões do Mundo e da Europa, sendo que a vitória do 'escrete' no estádio do Maracanã começou a desenhar-se desde muito cedo. Logo aos 2 minutos de jogo, após cruzamento de Hulk e algum atabalhoamento na grande área, Fred conseguiu, já no chão, empurrar para o fundo das redes, uma vez mais à guarda de Iker Casillas. Esperava-se uma resposta convincente por parte da 'Roja', mas a verdade é que a equipa foi muito bem manietada, sobretudo pelo meio campo do Brasil, com Luís Gustavo e Paulinho a exercerem forte pressão sobre os portadores da bola, e com toda a equipa a defender com bastante agressividade, o que deu pouco tempo e espaço para os 'cérebros' de Espanha, como Xavi e Iniesta, de colocarem em prática o seu futebol. Ainda assim, num lance de contra-ataque, quando a partida se aproximava do intervalo, Pedro Rodriguez teve o empate nos pés. O jogador do Barcelona, já dentro da área, desviou a bola do guarda-redes Júlio César, mas, mesmo em cima da linha de golo, apareceu David Luiz a atirar a bola para fora. Não marcou... sofreu. Mesmo em cima do minuto 44, Neymar, após brilhante passe de Óscar, ficou na 'cara' de Casillas e fuzilou o guardião espanhol com o pé esquerdo.
O Brasil saía para o descanso com uma vantagem de dois golos, e uma segunda parte que prometia. Só que os 'canarinhos' voltaram a entrar com tudo e ao terceiro minuto já estavam novamente a festejar, uma vez mais por Fred, que culminou da melhor forma uma excelente jogada de envolvimento da equipa brasileira.
O Brasil saía para o descanso com uma vantagem de dois golos, e uma segunda parte que prometia. Só que os 'canarinhos' voltaram a entrar com tudo e ao terceiro minuto já estavam novamente a festejar, uma vez mais por Fred, que culminou da melhor forma uma excelente jogada de envolvimento da equipa brasileira.
Já com Jesús Navas em campo, Espanha mostrou-se mais afoita e o rumo da partida até podia ter conhecido outros desenvolvimentos ao minuto 60, quando a 'roja' dispôs de uma grande penalidade a seu favor. Mas Sergio Ramos, o escolhido para a apontar, rematou para fora, e a equipa quebrou, sobretudo em termos anímicos e tudo ficou definitivamente perdido quando Piqué foi expulso, ao minuto 69, por derrube a Neymar quando este se isolava para a baliza espanhola.
A partida entrou depois numa toada mais morna, com os 'canarinhos' a tentarem controlar o ritmo do jogo e a aproveitarem o desgaste físico espanhol. Apesar disso, o resultado não viria a sofrer mais alterações até ao fim, mas ninguém pode colocar em causa a justiça do marcador.
A partida entrou depois numa toada mais morna, com os 'canarinhos' a tentarem controlar o ritmo do jogo e a aproveitarem o desgaste físico espanhol. Apesar disso, o resultado não viria a sofrer mais alterações até ao fim, mas ninguém pode colocar em causa a justiça do marcador.
Reveja aqui os principais lances da partida:
Itália arrecada 'Bronze'
Na outra partida, de atribuição do terceiro lugar na competição, a Itália superiorizou-se ao Uruguai, numa partida que apenas foi resolvida nas grande penalidades. Contudo, desta feita, ao contrário do que sucedera contra Espanha, a 'Azurra' viu a sorte sorrir-lhe, vencendo por 3-2. Ainda assim, o jogo foi intenso, aberto e com dosi golos para cada lado no tempo regulamentar. Astori abriu o marcador para a Itália ao minuto 24, o Uruguai respondeu por Cavani aos 58 minutos. Contudo, Itália voltaria a adiantar-se na partida, desta feita por Diamantei, ao minuto 73, mas apenas cinco minutos depois, novamente Cavani voltou a restabelecer a igualdade. No prolongamento não houve alterações (a única nota de registo foi a expulsão de Montolivo) e na marca dos 11 metros, Buffon foi o herói ao defender os remates de Forlán, Cáceres e Gargano.
Veja aqui o resumo da partida:










Gianfranco Zola nasceu a 5 de 1966 em Oliena, Itália tendo começado a jogar no clube da terra o Nuorese Oliena, no qual nunca chegou a actuar pela equipa principal, estávamos no ano de 1980 e por lá ficou durante três épocas até se transferir para o Nuorese da quarta divisão italiana. Foi aí que as suas características começaram a sobressair, marcando dez golos em 31 jogos, o que lhe valeu uma nova mudança de clube em 1986, o Torres, que também disputava a mesma divisão do Nuorese. Foi aqui que Zola conquistou o seu primeiro título como profissional, ao vencer a Serie C-2, tendo um papel determinante na equipa.























Após a saída dos relvados George Weah virou-se para a politica, onde em 2005 concorreu a presidente da Libéria tendo sido derrotado nas urnas pela candidata Ellen Johnson-Sirleaf, mas oriundo de uma familia pobre, o ex-jogador criou depois a Fundação George Weah para ajudar as vítimas da guerra civil, sem abdicar do sonho de um dia se tornar finalmente líder máximo do seu país.
O mundial da África do Sul chegou ao fim. A Espanha foi consagrada a nova Campeã do Mundo, igualando assim França e Alemanha, como as únicas selecções a vencerem consecutivamente o título europeu e mundial. A selecção espanhola foi o ataque menos finalizador de toda a história com oito golos, foi também a única que venceu o campeonato do mundo, tendo perdido o jogo inaugural. Pode gabar-se de ser a primeira formação europeia a ganhar um mundial, fora do seu continente. Os espanhóis são a quinta selecção da Europa a triunfar na maior competição do futebol, juntando-se Itália, França, Alemanha e Inglaterra. Uma selecção espanhola "barcelonizada", ao todo na equipa titular eram sete os jogadores do Barcelona, mas houve mais para além da Espanha neste mundial. Diego Forlan, do Uruguai, foi eleito o melhor jogador da prova, enquanto Thomas Mueller da Alemanha ganhou a Bola de Ouro, como o melhor marcador ao apontar cinco golos, para além disso o avançado germânico juntou ainda o título de melhor jogador jovem da competição, Iker Casillas foi consagrado o guarda-redes do torneio. Ao todo foram marcados 148 golos, a Alemanha foi o melhor ataque com 16 remates certeiros, a Espanha rematou por 121 vezes às balizas adversárias e a Holanda a equipa mais faltosa, com 126 faltas assinaladas. E que dizer da selecção da Nova Zelândia, que foi a única a sair de cena sem ter perdido um encontro. Por fim, este mundial será claramente lembrado por Paul "O Polvo", profeta do aquário de Oberhausen, não falhou um prognóstico e arrisca-se a partir de hoje a ser considerado um animal sagrado por terras de nuestros hermanos. Em 2014 o Brasil contará uma nova história, até lá.

