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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Drogba já marca!

Didier Drogba tinha acabado de entrar em campo, quando, cinco minutos depois, marca o seu primeiro golo com a camisola do Galatasaray, o seu novo clube. 
Com a ajuda de Sneijder, que deu início à jogada do golo, Drogba fez o que melhor sabe: marcar golos! Apesar dos seus 34 anos, este avançado de classe mundial não pára de fazer balançar as redes das balizas adversárias. 
O jogo terminou com a vitória do Galatasaray por 2-1 frente ao Akhisar, consolidando assim o primeiro lugar no campeonato turco.

Aqui fica registado o momento:


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Um golo de outro mundo

Zuniga, jogador da seleção nacional da Costa Rica de futsal fez uma verdadeira obra de arte, um golo só ao alcance dos melhores. O jogo encontrava-se 4-1 a favor do Brasil até que Zuniga recupera a bola a meio campo e parte para o contra-ataque e faz então uma maldade ao guarda-redes brasileiro.




Vídeo que vale bem a pena ver e rever vezes sem conta:

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Golaço de Marta percorre o Mundo

Não é surpresa para nenhum adepto que Marta é a melhor jogadora de futebol feminino da actualidade, mas o «Pelé de saias» continua a surpreender. No último fim-de-semana, Marta protagonizou um lance genial, finalizado com um golo ao nível do melhor Messi ou Ronaldo. No final, sua equipa, o Santos, venceu a Juventus por 5-1, mas na história ficará o golaço de Marta.

Comprove por si mesmo:

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Roberto Carlos volta aos golos incríveis

O antigo internacional brasileiro Roberto Carlos voltou a deliciar os adeptos com mais um golo do outro mundo. Desta vez, o lateral esquerdo aproveitou uma desatenção de posicionamento dos jogadores da Portuguesa, contra quem jogava o seu Corinthians. Ao marcar um canto, Roberto Carlos viu que os defesas não estavam a cobrir os postes e, assim, aproveitou para marcar um golaço de canto directo. Não acredita? Veja com os seus próprios olhos!



terça-feira, 8 de setembro de 2009

Mas porque será que o golo está em “vias de extinção”?

Na actualidade futebolística, um dos temas mais debatidos tem sido a “crise de golos” vivida em diversas ligas espalhadas pelo mundo.
Como é do conhecimento geral, o golo é um dos elementos mais belos e importantes do futebol! É uma peça fundamental do “desporto rei” que permite aos adeptos libertar toda a sua alegria e dar vida às bancadas!
Daí que a reduzida quantidade de “tentos” facturados ultimamente preocupe aqueles que fazem do futebol a sua vida! O golo é a essência do jogo e sem ele desaparece outra componente fulcral deste desporto: as vitórias.
Mas porque será que o golo está em “vias de extinção”?
A meu ver existem sobretudo dois factores responsáveis por esta situação: os fora-de-jogo microscópicos e dos “pénaltis fantasma”.
A ideia base da lei de fora-de-jogo era evitar que os avançados ficassem constantemente “plantados” no interior da grande área, limitando-se a encostar a bola. Contudo, esta lei, cada vez mais minuciosa, é responsável por “destruir” numerosos lances de golo iminente.
Quantos e quantos golos já foram anulados porque o avançado tinha um cabelo à frente da linha da defesa? Quantos e quantos golos já foram riscados da história por “pormenores”?
O medo de ser apanhado em fora-de-jogo tornou os avançados menos destemidos e, de certa forma, tem contribuído para o aparecimento de atacantes cada vez mais inibidos na hora de finalizar. Pode-se dizer que o fora-de-jogo é um dos responsáveis pelo desaparecimento do “espírito goleador”, pois retira muita espontaneidade e imprevisibilidade ao ataque, obrigando os atletas a hesitar antes de “ir para golo”!
Por outro lado, a obsessão pelos “Penaltis fantasma” tem também contribuído para que existam cada vez menos avançados “Matadores”. Em que medida? Bem, o segredo reside nas declarações de alguns treinadores no final de encontros decisivos em que o resultado obtido não foi o mais “interessante”. Geralmente, a “desculpa” para a falta de eficácia da equipa resume-se a uma grande penalidade que ficou por assinalar. É certo que se os penaltis existem devem ser assinalados. No entanto, ao atribuir as “culpas” ao árbitro e à ausência da marcação de um lance de golo iminente, o treinador reduz a responsabilidade do resultado sobre os seus atletas, que não conseguiram marcar sem a “ajuda” da grande penalidade. A sensação que fica no ar é que o problema não está na capacidade finalizadora da equipa, mas antes no facto de não ter sido marcado um penalty. Como é óbvio esta desresponsabilização leva a que o empenho e concentração dos jogadores no momento de finalizar sejam reduzidos. O que conduz, por sua vez, a uma diminuição no número de golos marcados.
Enfim, estas são apenas duas das barreiras à finalização que, na minha opinião, podem estar na base desta “crise de golos”. O exagero do fora-de-jogo e a obsessão pelo Penalty que ficou por assinalar são condicionantes que explicam a inibição e displicência no momento de finalizar.
Para dar a volta a esta situação que coloca em risco “o golo”, é necessário que as instituições responsáveis revejam a sua postura e as leis que regem o futebol em campo. Só desta forma será possível combater esta questão e chegar a uma solução. De outra forma, continuaremos a “andar em círculos” e a constatar que existe um problema no capítulo da finalização.