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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Liga dos Campeões: PSG goleia Benfica

O mau arranque de época do Benfica continua depois do empate na última jornada a uma bola frente ao Belenenses. Desta feita, os 'encarnados' deslocaram-se a França, para defrontar o Paris-Saint German, jogo a contar para a  2ª jornada do grupo C, e de onde saíram goleados por 3-0. Ibrahimovic foi o homem do jogo ao apontar dois dos golos.
O primeiro golo do encontro surgiu cedo, aos 5 minutos; bola a partir de Veratti e Van der Wiel a cruzar para o segundo poste onde Ibrahimovic só teve de encostar. O Benfica continuou a 'dormir', com poucos ataques e pouca posse de bola, e apesar de não estar a fazer uma grande exibição, a equipa gaulesa conseguiu elevar a vantagem para 2-0 através de Marquinhos, que aproveitou uma defesa incompleta de Artur. Logo de seguida, Ibrahimovic faz o seu segundo golo no encontro, com uma cabeçada forte após a cobrança de pontapé de canto. Até ao intervalo o Paris Saint-German baixou ainda mais o ritmo e limitou-se a controlar o jogo.
O Benfica no segundo tempo entrou mais motivado e com vontade de fazer mais do que na primeira metade do jogo e acabou por conseguir criar alguns lances de perigo, no entanto insuficientes para fazer tremer as redes da baliza defendida por Sirigu.

Veja o resumo da partida:


Resultados desta quarta-feira:
Grupo A
Shakhtar 1-1 Man. United (Taison 76' - Welbeck 18')
Bayern Leverkusen 2-1 Real Sociedad (Rolfes 45+1', Hegeler 90+2' - Vela 52')

Grupo B
Juventus 2-2 Galatasaray (Vidal 78' g.p, Quagliarella 87' - Drogba 36', Bulut 88')
Real Madrid 4-0 Copenhaga (C.Ronaldo 21' 66', Di Maria 71' 90')

Grupo C
Anderlecht 0-3 Olympiakos (Mitroglou 17' 56' 72')

Grupo D
CSKA Moscovo 3-2 Viktoria Plzen (Tosic 19', Honda, 29', Reznik autogolo 78' - Rajtoral 4', Bakos 90+1')
Man. City 1-3 Bayern Munique (Negredo 79' - Ribery 7',Muller 56', Robben 59')

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mourinho recusa Chelsea e aceita PSG

José Mourinho parece ter dado um passo atrás no que diz respeito ao seu regresso a Inglaterra, e mais concretamente ao Chelsea. O site italiano 'Calciomercato' avança que o técnico português não terá ficado convencido em relação à forma como iriam ser geridos os processos das contratações e das dispensas nos 'blues' e voltou atrás na intenção de rumar a Londres, optando pelo projecto do Paris Saint Germain, onde de resto Ancelotti é dado como o próximo treinador a ocupar o banco dos 'merengues'. A notícia cita uma fonte do clube parisiense que acrescenta que Mourinho deve levar com ele Frank Lampard, que está em final de contrato com o Chelsea, ao mesmo tempo que Jorge Mendes deverá passar a ser o responsável pela contratações do clube, funções até agora desmpenhadas por Leonardo.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

OFICIAL: David Beckham no PSG

Está confirmada a transferência do médio de 37 anos para o Paris Saint Germain. Depois de ter terminado contrato com os LA Galaxy no final de dezembro, e de nos últimos dias ter andado a treinar-se no Arsenal, tendo inclusivamente sido colocada a hipótese de ingressar nos 'gunners', o internacional inglês acabou por aceitar o convite para reforçar o plantel já de si galáctico do clube parisiense, onde pontificam nomes como os de Ibrahimovic, Lavezzi, Lucas Moura, Thiago Silva ou Pastore. Refira-se ainda que David Beckham, que já tinha trabalhado com Carlo Ancelotti na sua passagem pelo AC Milan em 2008/09, irá assinar contrato válido apenas até final da temporada, sendo que a sua apresentação está marcada para a tarde de hoje, numa conferência já oficializada por Leonardo, diretor desportivo do clube.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pato rejeita PSG

O Paris Saint-Germain esteve muito perto de contratar Alexandre Pato, avançado do Milan, por 35 milhões de euros. Os clubes tinham tudo acertado, mas, à última da hora, o internacional brasileiro rejeitou a mudança, afirmando que não desejava disputar a Ligue 1.

Os franceses, que têm Leonardo como diretor desportivo, chegaram a acordo com o clube 'rossonero' e o negócio foi dado como estando praticamente concluído. Contudo, Pato 'roeu a corda' quando já não se esperava, depois de decidir que o melhor para si era permanecer em Milão.

Por outro lado, os parisienses recrutaram Maxwell ao Barcelona. O lateral esquerdo custou 4 milhões de euros ao clube da capital francesa e pretende agora jogar com mais assiduidade, algo que não fazia no Barcelona, sobretudo depois da contratação de Adriano.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Eto'o pondera PSG

Depois de ter sido contratado pelo Anzhi ao Inter de Milão no passado Verão, o internacional camaronês pode estar já de saída da Rússia. O Paris Saint-Germain demonstrou interesse no avançado e Eto'o não descurou uma possível transferência.



O novo-rico do desporto-rei, PSG, está determinado a assumir-se como o grande clube francês da actualidade - lidera a Ligue 1 - e, depois das contratações milionárias de jogadores como Pastore ou Gameiro, pode seguir-se Samuel Eto'o já em Janeiro.


Recorde-se que a saída do camaronês já está a ser equacionada há algum tempo, uma vez que até já tinha sido colocada a hipótese do avançado regressar, por empréstimo, ao Inter de Milão, que atravessa uma fase negra na Serie A, ocupando lugares de descida.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Lille tropeça em Auxerre mas… aumenta a liderança

Mesmo não conseguindo melhor do que um empate a uma bola no reduto do Auxerre o Lille aumentou hoje para cinco pontos a sua vantagem na liderança da Liga Francesa। Entusiasmados pela escorregadela do seu mais directo perseguidor, o Paris SG, que na véspera foi perder ao terreno do Rennes por 1-0, os comandantes entraram com o pé direito no confronto com o Auxerre já que logo ao minuto 9 o melhor marcador do campeonato gaulês, Moussa Sow (na imagem), fez balançar as redes pela primeira vez, fazendo desta forma o seu 16º tento na liga.

E quando já se pensava que o Lille iria sair desta 22ª jornada da “Ligue 1” com uma vantagem de 7 pontos sobre os seus concorrentes mais directos Dariusz Dudka apontou o golo do empate numa altura em que faltavam apenas 4 minutos para o final da contenda। Em termos contabilísticos o Lille soma 42 pontos, mais 5 que o duo composto agora por PSG e Rennes.

Quem também não conseguiu aproximar-se dos “fugitivos” foi o Lyon que no fecho da jornada não foi além de um empate caseiro a zero golos diante do Bordéus।

Também hoje entrou em campo o português Paulo Machado, o qual contribuiu para a vitória caseira do Toulouse ante o Mónaco por 2-0। O luso construiu a jogada do primeiro golo do encontro apontado por Sissoko, aos 48 minutos, último jogador este que faria de novo o gosto ao pé à passagem do minuto 76.

Menos sorte teve o outro português a actuar na “Ligue 1”, Rafael Dias, que viu o seu Sochaux ser derrotado na “Cote d’ Azur” pelo Nice por 1-0। O jovem atleta português foi suplente utilizado neste duelo. De destacar ainda a vitória magra dos actuais campeões Marselha, que no Vélodrome bateram o “lanterna vermelha” Arles-Avignon por 1-0.

Resultados da 22ª Jornada:

Auxerre – Lille: 1-1

Brest – Nancy: 2-1

Caen – Lorient: 0-2

Lens – Valenciennes: 1-1

Lyon – Bordéus: 0-0

Marselha – Arles-Avignon: 1-0

Montpellier – St. Etienne: 1-2

Nice – Sochaux: 1-0

Rennes – PSG: 1-0

Toulouse – Mónaco: 2-0

Classificação:

1º Lille 42 pts
2º PSG 37 pts.
3º Rennes 37 pts.
4º Marselha 36 pts.
5º St. Etienne 35 pts.
6º Lyon 35 pts.
7º Toulouse 33 pts.
8º Montpellier 33 pts.
9º Brest 31 pts.
10º Lorient 31 pts.
11º Bordéus 31 pts.
12º Sochaux 28 pts.
13º Valenciennes 26 pts.
14º Nice 26 pts.
15º Auxerre 25 pts.
16º Nancy 25 pts.
17º Caen 24 pts.
18º Lens 23 pts.
19º Mónaco 21 pts.
20º Arles-Avignon 8 pts.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ainda se lembra...de Dejan Savicevic

No começo de uma nova semana trazemos em memória, um dos jogadores que marcou o futebol sérvio não apenas nos últimos anos, como em toda a sua história e que criou momentos que jamais serão esquecidos.


Uma estrela em ascensão

Dejan Savicevic nasceu a 15 de Setembro de 1966, Titograd, Montenegro na antiga Jugoslávia e desde cedo mostrou ter uma grande afinidade para a arte do futebol. Aos 15 anos começou a jogar na equipa da sua terra natal, mudando-se depois para o Buducnost da Primeira Liga e por lá jogou seis temporadas, marcando 35 golos em 131 jogos. Ora esses números levaram a que, com 21 anos Savicevic se transferi-se para um dos mais poderosos clubes do país, o Estrela Vermelha, decorria o ano de 1988. A primeira temporada não correu da melhor forma, já que foi obrigado a cumprir o serviço militar, tendo apenas ordem para jogar nos jogos das competições europeias ou da selecção nacional. Savicevic fez a sua primeira apiração pela equipa de Belgrado em Setembro, na partida inaugural da Liga dos Campeões, frente ao Dundalk da Irlanda e a estreia não podia ter sido melhor, vitória por 3-0, com o avançado a marcar um dos golos. Viriam depois os jogos a eliminar e Savicevic apareceu para defrontar o AC Milan, após uma igualdade a um nos dois jogos, a partida foi resolvida na Jugoslávia na marcação de grandes penalidade, com os italianos a levarem a melhor por 4-2, com Savicevic a falhar um dos castigos máximos. Porém as temporadas seguintes seriam de consagração para Dejan, que ajudaria o Estrela Vermelha a vencer três campeonatos consecutivos, 89/90, 90/91 e 91/92, além de duas Taças Jugoslavas e uma Liga dos Campeões.



Entre a luz e o ofuscar de Itália

Consagrado na Jugoslávia, chegava a hora de Savicevic mudar de ares e rumar até Itália, para aqueles que viriam ser mais anos de conquistas e glória. Em 1992, o AC Milan pagou ao Estrela Vermelha 9,4 milhões de euros pelo passe do jugoslavo, para o juntar a um plantel, que também via chegar Jean-Pierre Papin, Zvonimir Boban, Gianluigi Lentini e Stefano Eranio. A estreia na Seríe A, aconteceu a 13 de Setembro, dois dias antes de fazer 26 anos, com Fábio Capello ao comando, o Milan renovaria o título de campeão, mas com Savicevic a passar em segundo plano jogando apenas dez e jogos e apontando quatro golos. Dejan não se conseguia impôr na equipa rossoneri, já que naquela época imperava a lei da UEFA de só poderem actuar três estrangeiros no onze inicial e com Van Basten, Gullit, Rijkaard, Papin, Boban, o médio ofensivo via o seu espaço reduzido. A relação entre Capello e Savicevic não era das melhores e o ponto de ruptura aconteceu, quando o jogador ficou fora dos convocados para a final da Liga dos Campeões de 1993, frente ao Marselha, em Munique. Mas eis que a na época seguinte as coisas mudariam a favor de Savicevic, já que Van Basten, Rijkaard e Gullit abandonavam San Siro, deixando o trio de estrangeiros entregue a Boban, Papin e Savicevic. Embora não fosse ainda um titular indiscutível e mesmo sem marcar qualquer golo nos vinte encontros em que participou na Serie A, a grande visão de jogo e técnica do médio criativo, levaram o Milan ao scudetto e a mais uma conquista da Liga dos Campeões, coroando a sua exibição com um chapéu fantástico a Zubizarreta na vitória por 4-0 frente ao Barcelona de Johan Cruijff. Ainda assim a sua relação com Capello permanecia inalterável, valendo a Savicevic um excelente entendimento que tinha com o presidente Sílvio Berlusconi, que o apelidaria de Il Genio. A temporada de 94/95, deixou o AC Milan a meio da tabela no campeonato, mas a nível europeu a equipa chegaria pelo terceiro ano consecutivo à final da Liga dos Campeões, antes nas meias finais Savicevic marcou dois dos três golos, com que o clube eliminou o Paris Saint-Germain, mas falharia a final por lesão, embora o médio tivesse insistido que estava em condições de jogar. No jogo decisivo o Milan acabaria por cair ao pés do Ajax e de um golo de Patrick Kluivert a cinco minutos do fim. Dejan Savicevic abandonaria Itália em 1998, levando consigo 144 jogos e 34 golos, mais sete títulos, entre os quais três campeonatos, uma Liga dos Campeões e uma Supertaça Europeia. Apesar de toda a sua técnica, visão de jogo e dedicação ao clube, a imprensa transalpina acusou sempre o médio de nunca se esforçar em encontros contra equipas mais fracas e de querer apenas sobressair nos grandes encontros.




Fins de carreira

Dejan Savicevic teria uma nova passagem muito rápida pelo Estrela Vermelha em 1999, jogando somente três jogos, mudando-se logo a seguir para Viena onde actuaria ao serviço do Rapid por duas épocas, não tendo conquistado qualquer título, marcando 25 golos nos 44 jogos disputados e foi em Maio 2001, que decidiu pendurar as botas para seguir carreira como treinador. O seu primeiro cargo foi nada mais nada menos, do que comandar a selecção da já Sérvia e Montenegro, nas poucas esperanças de ainda estar presente no Mundial de 2002. A selecção precisava de vencer na Rússia para ainda lutar pelo segundo lugar no grupo, mas o empate 1-1 comprometia ainda mais o apuramento. Seguiram-se depois três triunfos, até ao jogo decisivo frente à Eslovénia, o triunfo era imperial, mas mesmo a jogar em casa os sérvios não foram além de nova igualdade a um golo, ficando assim fora do Campeonato do Mundo. Savicevic colocou então o lugar à disposição o que não foi aceite pelos membros da Federação, que o convenceram a liderar a selecção rumo ao Euro 2004. Só que após uma derrota embaraçosa por 1-2 frente ao Azerbeijão, o ex-futebolista acabaria mesmo por abandonar o cargo, com um registo de quatro vitórias, onze derrotas e dois empates.




As melhores jogadas, os golos e fintas de Savicevic






Ao serviço da selecção

Savicevic fez a sua estreia pela antiga Jugoslávia a 26 de Outubro de 1986, quando ainda jogava no Buducnost, num jogo do apuramento para o Euro 88 frente à Turquia, marcando o quarto golo na vitória por 4-0. No entanto o técnico Ivica Osim, com que teve uma relação conturbada não o convocaria para o importante jogo diante da Inglaterra, que acabaria com o triunfo inglês por 2-0. O jogador teria de esperar um ano para voltar a ser chamado à selecção, num jogo frente à Irlanda do Norte, com vitória jugoslava por 3-0. Tudo isto deixava para Belgrado novo encontro marcado frente aos ingleses, para decidirem qual deles estaria presente no europeu. Savicevic voltou a não ser chamado e a Inglaterra goleou por 1-4. Seguiu-se depois a qualificação para o Itália 90, com Savicevic a cumprir o serviço militar a sua chamada à selecção chegou apenas no jogo frente à França, entrando na segunda parte para dar a volta ao jogo. A perder por 1-2 Savicevic pegou na bola e fez duas assistências para Susic e Stojkovic darem o triunfo à equipa. Esta exibição deixou por momentos o técnico Osim rendido ao médio, que já havia cumprido o serviço militar, coroando o seu regresso com hat-trick na goleada por 4-0 ao Chipre. Só que nos encontros da segunda volta Savicevic voltaria a não ser convocado, mas isso não impediu a Jugoslávia de se qualificar para o Mundial, já que a vitória no último jogo por 1-0 frente aos norugueses, aliada ao surpreendente triunfo da Escócia em Paris por 0-3, deu aos jugoslavos o primeiro lugar no grupo. O Itália 90 porém não trouxe melhoras no que à participação de Savicevic na equipa diz respeito, no jogo inaugural a Jugoslávia sofria uma pesada derrota por 4-0 frente à futura campeã Alemanha, mas os triunfos sobre a Colômbia e Emirados Árabes Unidos deram a passagem para a fase a eliminar, tudo isto com Savicevic a jogar apenas a jogar no encontro frente aos germânicos. Nos oitavos de final a Jugoslávia defrontava a Espanha, com Savicevic a ser suplente utilizado e a sofrer a falta, sobre a qual Stojkovic marcaria o golo da vitória por 1-2 no prolongamento. Apesar do seu bom desempenho, o médio foi novamente suplente no jogo dos quartos de final frente à Argentina, entrando apenas na segunda parte, com o resultado empatado a zero e a jogar com menos um, a Jugoslávia conseguiu levar o jogo para as grandes penalidades, perdendo por 3-2.




Actualmente e Palmarés

Em 2004 Dejan Savicevic assumiu a liderança da Associação de Futebol de Montenegro, cargo que ocupa nos dias de hoje. Ao longo da sua carreira de jogador, fez 394 jogos, marcou 117 golos e foi internacional por 56 ocasiões tendo apontado 19 golos. Conquistou quatorze títulos a nível de clubes, destacando-se as duas Liga dos Campeões e ficou no segundo lugar na corrida à Bola de Ouro em 1991, tendo no mesmo ano sido eleito o melhor jogador da Jugoslávia.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ainda se lembra...de David Ginola

Na rubrica de hoje relembramos aquele a que se pode chamar um homem não dos sete mas dos três oficios, já que juntou a excelente de carreira de futebolista com a sétima arte e moda.

Os primeiros toques


David Karl Ginola nasceu a 25 de Janeiro de 1967 em Gassin, França e foi precisamente em terras francesas que começou a dar os pontapés na bola. Em 1985, com 18 anos faz a sua estreia como sénior no Sporting Toulon, onde alinhou três épocas actuando em 82 jogos e marcando quatro golos. Seguiu-se depois o Racing Club Paris e o Brest, até que em 92 chega a um grande do campeonato, o Paris Saint-Germain. Aí foi campeão por uma vez, conquistou duas Taças de França e uma Taça da Liga. Estava então na altura de mudar de ares e voar para Inglaterra.



Uma carreira inglesa


Em 1995, David Ginola chegava ao Newcastle por 2,5 milhões de euros, no momento em que o técnico Kevin Keagan tinha o apoio da direcção, para contratar vários jogadores de renome internacional, de forma a levar o clube a patamares mais elevados. Ginola depressa se integrou na equipa, e juntos conduziram os 'magpies' ao segundo lugar da Premier League em 96, ficando no entanto um sabor amargo, já que ficariam quatro pontos atrás do Manchester United, quando em Janeiro o Newcastle liderava com mais dez que os 'red devils'. O Barcelona apareceu então com uma proposta para levar Ginola, que o clube recusou e mais tarde o francês viria a lamentar o facto de nunca ter jogado num grande clube europeu. Os 'magpies' voltaram a apostar forte na nova época, batendo o recorde de transferências, quando pagaram 15 milhões de euros pelos serviços de Alan Shearer. Contudo, apesar do investimento, o Newcastle seria novamente segundo classificado, novamente atrás do Man. United. Sem que nada o fizesse prever a meio dessa temporada de 97, Kevin Keagan abandonava os comandos da equipa, sendo substituído por Kenny Dalglish. O técnico inglês nunca se compatibilizou com Ginola e o médio acabaria por sair para o Tottenham.


O único título e mudança de clube


A chegada ao Tottenham por 2,5 milhões de euros deu a Ginola o seu único troféu por terras britânicas. Aconteceu em 1999, quando os 'spurs' derrotaram na final de Wembley o Leicester City por 1-0, levantando a Taça da Liga Inglesa. O jogador francês havia brilhado nas meias-finais ao marcar um dos três golos, com que o Tottenham venceu o Manchester United. Os adeptos viam em David um jogador de referência do clube e tinham por ele um enorme respeito e admiração, que viria a ser premiado, a 11 de Dezembro de 2008, aquando das comemorações dos 125 anos do Tottenham, Ginola foi introduzido no Hall of Fame. Depois de 100 jogos realizados pelos 'spurs' e treze golos marcados, o médio seria vendido por três milhões de euros ao Aston Villa. A notícia foi descrita como uma "bomba pelo próprio jogador, que se mostrou surpreendido por o Tottenham ter aceite a proposta do Villa. Com 33 anos, David Ginola tinha sido desafiado pelo presidente John Gregory a mostrar que ainda podia dar mais na Premier League, mas o facto é que a velocidade e técnica já não estavam iguais e Ginola faria apenas trinta e dois jogos pelo clube. Em 2002, depois de uma entrada dura sobre um adversário, foi suspenso por dois jogos e pagou uma multa de 22 mil euros, por ter uma acesa discussão com o quarto árbitro.


O fim da carreira no futebol


Nesse mesmo ano de 2002, David Ginola mudava-se para Everton, onde efectuaria somente cinco encontros, decidindo colocar um ponto final na carreira de jogador, após a chegada do ainda actual técnico David Moyes. Ginola marcou o seu futebol pela grande qualidade de passe e toque de bola, conseguindo fazer golos de várias zonas do relvado. Todos estes atributos levaram Johan Cruijff a considerar o médio o melhor jogador do mundo em 1999.



Pouco utilizado nos 'bleus'

Embora fosse considerado um dos grandes talentos franceses, David Ginola actuou apenas por dezassete vezes, tendo facturado por três ocasiões na selecção gaulesa. Um dos momentos que marcou a sua passagem pelos 'bleus', deu-se na partida de qualificação para o mundial de 94, quando num jogo em França frente à Bulgária e com o resultado empatado a um resultado que servia aos franceses, já perto do final uma bola perdida por Ginola deu a oportunidade de um contra ataque búlgaro, concluído em golo por Kostadinov. O técnico na altura Gerard Houllier atribuiu as culpas do desaire a Ginola, que passaria a ser mal visto pelos adeptos, sendo um dos factores que levou a sua mudança para Inglaterra. O novo seleccionador Aimé Jacquet, nunca levou o médio a qualquer fase final de um europeu ou mundial, tendo Ginola feito o seu último jogo pelo seu país em 1995.



Veja os melhores golos e jogadas de David Ginola






Moda, cinema e vinhos

Durante os anos em que actuou nos relvados, Ginola passeava também pelos desfiles de moda e muitos dizem que esse factor o envolveu em vários conflitos com os seus treinadores. Desde que deixou de jogar, o médio, para além dos desfiles, participou em dois filmes de cinema, sendo o último em 2005, de seu nome A Última Gota, um filme de guerra. Quando estava em Inglaterra, Ginola fez várias participações em publicidades de produtos para o cabelo, imagem que o jogador sempre cultivou e também de automóveis, além de ter ainda apresentado o primeiro euro milhões inglês. Em 2008, David Ginola recebeu a medalha de prata por um vinho produzido na sua herdade em Provence, na Taça Internacional de Vinhos. David Ginola é hoje promotor de memórias USB da empresa Kingston Digital Europe.



Palmarés


David Ginola fez 503 jogos e apontou 81 golos, tendo vencido quatro títulos colectivos e três a nível individual, todos na sua passagem por Inglaterra - melhor jogador da Liga Inglesa em 99 e de jogador do ano do clube em 98.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ainda se lembra...de Bernard Lama

Para dar início a mais uma semana de muito futebol, nada como falar dos elementos mais preponderantes numa equipa, o guarda-redes. Hoje relembra-mos um dos guardiões que marcou os franceses pelos bons e maus motivos.


Voar para a liberdade

Bernard Lama Maurice Pascoal, nasceu a 7 de Abril de 1963 em Saint-Symphorien na província de Indre-et-Loire. Passou a infância junto dos pais na Guiana Francesa, até que em 1981 foi para França sem a autorização do pai, mas disposto a tentar a sua sorte como futebolista. O Lille foi o clube, pelo qual Lama assinou o seu primeiro contrato como profissional, mas só em 84 depois de emprestado inicialmente ao Abbeville e depois ao Besançon, se afirmaria na equipa principal do Lille. Apesar das cinco temporadas e das cento e três partidas realizadas, o guardião francês nunca se impôs como titular indiscutível, acabando por rumar ao Metz em 1989. Ai ficaria apenas uma época, situação que se repetiria nas suas passagens por Brest e Lens, onde as suas exibições levaram há cobiça de um dos mais prestigiantes clubes do país, o Paris Saint-Germain.


Afirmação e destruição em Paris


Decorria o ano de 1992 e Bernard Lama chegava ao Paris Saint-Germain com a dura tarefa de fazer esquecer o mítico Joël Bats, e o facto é que depressa as suas defesas e agilidade impressionaram os adeptos parisienses. As boas performances trouxeram resultados positivos e com isso títulos, um campeonato, duas Taças de França em 93 e 95 e o ponto alto com a conquista da Supertaça Europeia da Taça das Taças em 1996, ao derrotar na final o Rapid Viena por 1-0. O interesse do gigante Barcelona não foi suficiente para Lama deixar Paris, começando a temporada seguinte em excelente forma, o azar chegaria em Setembro de 96 e da pior maneira possível. Ao defender uma grande penalidade num jogo frente ao Cannes, o guarda-redes lesionou-se com gravidade no joelho, o seu regresso surgiu em Fevereiro do ano seguinte, mas da mesma forma que reapareceu, assim voltou a desaparecer depois de lhe implicada uma suspensão de dois meses por consumo de cannabis. Este acontecimento levou a que o PSG procura-se um substituto para Lama, que seria informado da sua dispensa por parte do clube, quando ainda se encontrava suspenso. O novo dono das balizas do Parque dos Principes era Christophe Revault, e Bernard Lama tinha ordem para procurar novo clube. Com a época de 97-98 em curso, o guardião francês via-se a treinar com as reservas do PSG, até que no mercado de inverno apareceu o West Ham de Inglaterra com uma proposta. A experiência por terras britânicas não correria da melhor forma, já que faria apenas doze encontros como titular, tendo permanecido no clube apenas por seis meses.


Arrumar as luvas

A chegada do novo presidente do Paris Saint-Germain ,Charles Biétry para o lugar de Michel Denisot, deu uma nova hipótese a Lama de voltar em glória ao clube que fez dele um guarda-redes de sucesso. Assinou por dois anos e mesmo com boas exibições na época de 1999-2000, a nova política do clube, que passava pela aposta em jogadores jovens, levou a que Bernard Lama fosse novamente dispensado, entrando para o seu lugar Lionel Letizi. O Rennes apareceu no horizonte e uma temporada de bom nível levou a que Lama quisesse realizar um sonho de criança, que passava por jogar no campeonato brasileiro. Só que nenhum emblema daquele país se mostrou interessado no guardião o que fez com que, Bernard Lama colocasse um ponto final na sua carreira.


Veja algumas das melhores defesas de Bernard Lama



Curta carreira de treinador

Bernard Lama tentou a sorte como treinador, mas a sua única experiência limita-se há de seleccionador do Quénia, onde chegou a 21 de Julho de 2006 e por lá esteve somente dois meses.


Ao serviço dos Bleux

A 17 de Fevereiro de 1993 e já com trinta anos de idade, Bernard Lama chegava à selecção francesa, a estreia seria contra Israel numa vitória por 4-0. Titular absoluto no Europeu de 96, a França caía nas meias finais aos pés da República Checa, perdendo nas grandes penalidades por 5-4. A sua suspensão de dois meses pelo consumo de cannabis, acabaria por afastá-lo da equipa nacional, sendo o eterno suplente de Fabien Barthez. Lama fez parte da selecção francesa, Campeã do Mundo em 98 e Europeia em 200, mesmo não jogando qualquer minuto em nenhuma das competições.


Palmarés

Além dos vários títulos conquistados a nível de clubes e selecção, Bernard Lama foi ainda galardoado com o prémio de melhor jogador francês de 1994. Jogou 568 partidas e marcou dois golos, um ao serviço do Lens e outro pelo Lille, tendo sido internacional pela França quarenta e quatro vezes.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ainda se lembra...de George Weah

Hoje damos a conhecer um dos mais famosos futebolisticos africanos de sempre e que para além dos relvados dedicou-se ao meio político, na ajuda das vítimas da guerra civil.


De África para a Europa


George Tawlon Manneh Oppong Ousman Weah, nasceu na Libéria em Monróvia, a 1 de Outubro de 1966. Começou a jogar futebol em 81, tendo passado por quatro equipas liberianas, os Young Survivors Clareton, seguindo-se os Bongrange Company, Mighty Barrolle e aquela onde mais se notabilizou os Invincible Eleven, tendo apontado 23 golos em 24 jogos. Mudou-se depois para a Costa do Marfim, onde nos African Sports não fez qualquer encontro, e tal situação levou a transferir-se para os Tonnerre Yaoundé dos Camarões, onde voltou aos golos, 18 em 15 partidas, tendo conquistado dois campeonatos. E foi após esta última aventura em solo africano, que já no ano de 1988, Weah rumou para a Europa, em direcção ao Monaco, clube por onde permaneceu durante quatro anos, marcando 47 golos em 102 desafios, levantando ainda uma Taça de França em 1991. Um ano volvido trocou o Monaco pelos rivais do Paris Saint-Germain e os títulos e golos foram-se somando à sua ainda curta carreira. Venceu um campeonato francês e mais duas taças, até que em 1995 o AC Milan viu nele o substituto de Van Basten, que tinha abandonado o futebol.



De heroi italiano ao pendurar das botas

Foi em Itália que George Weah atingiu o auge das suas potencialidades, tendo levado o clube rossoneri a duas Serie A em 95/96 e 98/99, ao todo realizou 114 jogos e marcou 46 golos. Resolveu depois tentar a sua sorte por terras inglesas, primeiro emprestado pelo Milan ao Chelsea, sendo mais tarde cedido em definitivo, mas ao Manchester City, onde esteve apenas uma temporada. Regressou a França em 2001 ao Marselha e seria nos Emirados Árabes Unidos, ao serviço do Al-Jazira, que em 2003, George Weah colocaria um ponto final na sua carreira.



Veja alguns dos melhores golos de George Weah





Pela Selecção

George Weah é considerado o melhor jogador da história da selecção liberiana, em 1996 o próprio jogador pagou todas as despesas necessárias para que a equipa pudesse jogar na Taça das Nações Africanas, para em 2001 e ainda a jogar ao serviço do Marselha, tornar-se seleccionador principal da Libéria. No entanto a formação africana nunca conseguiu uma qualificação para uma fase final de um mundial.


O meio político

Após a saída dos relvados George Weah virou-se para a politica, onde em 2005 concorreu a presidente da Libéria tendo sido derrotado nas urnas pela candidata Ellen Johnson-Sirleaf, mas oriundo de uma familia pobre, o ex-jogador criou depois a Fundação George Weah para ajudar as vítimas da guerra civil, sem abdicar do sonho de um dia se tornar finalmente líder máximo do seu país.


Palmarés e Polémica

Ao todo George Weah fez 410 encontros, tendo marcado por 195 vezes, ao serviço dos treze clubes por onde actuou. Conquistou oito títulos por equipas e sete a nível individual, com destaque para os de Melhor Jogador do Mundo em 1995, Futebolista Africano do ano em 89, 94 e 95, a Bola de Ouro também em 1995 e o mais controverso de todos o prémio Fair Play da FIFA em 96. Este título gerou bastante polémica, já que foi nesse ano, mais precisamente a 20 de Novembro, que após um FC Porto vs AC Milan a contar para a Liga dos Campeões, que George Weah agrediu o antigo capitão portista, Jorge Costa, que ficou de nariz partido e após a operação ficaria três semanas suspenso pela UEFA. O caso deu-se no túnel do extinto Estádio das Antas, George Weah justificou a agressão com as sucessivas palavras racistas do jogador português, durante os jogos disputados em Portugal e em Itália. O avançado seria suspenso por seis jogos, mas tal acontecimento não o impediu de vencer o galardão.

sábado, 31 de julho de 2010

Porto derrotado pelo P.S.G

O FC Porto perdeu esta tarde frente ao Paris Saint-Germain por 1-0, no Torneio de Paris. Numa partida, onde a nota de maior destaque nos portistas, acabou por ser a estreia do avançado Walter, quanto ao jogo em si foram poucas as ocasiões de golo, para ambas as formações e quando o empate a zero parecia ser o resultado final, eis que nos descontos, Traore desviou à boca da baliza um cruzamento de Ceara. Os dragões voltam a entrar em campo este domingo, frente a outra equipa francesa, desta feita o Bordéus, que hoje empatou a uma bola com a Roma, adversária do Paris Saint-Germain no encontro de amanhã.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sporting termina estágio com derrota

O Sporting concluiu o estágio em França com uma derrota por 4-2, frente ao Paris Saint-Germain. Os leões até começaram bem o encontro, com dois golos nos cinco minutos iniciais, o primeiro numa oferta do guardião Edel, e o segundo numa boa cabeçada de Daniel Carriço. No entanto o PSG reagiu e em dois minutos acabou por igualar a partida, aos vinte minutos Erdinc desviou na pequena-área um cruzamento da direita e Giuly, aproveitou o desnorte da defesa verde e branca para fazer o 2-2. Na segunda os franceses completaram a reviravolta, o terceiro surgiu numa saída em falso de Rui Patrício, e Sessegon só teve de empurrar. Pouco depois seria Maurice, que sozinho na área leonina, fez de cabeça o 4-2 final. Destacar ainda nesta partida a lesão do central Daniel Carriço, num choque com o guarda-redes Coupet, o jovem leonino acabou por sair com o braço ao peito.



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quarta-feira, 7 de julho de 2010

PSG de olho em Vukcevic


Depois de gorada a possibilidade de rumar ao Olympiakos por empréstimo e depois de Vukcevic ter sido reintegrado nos trabalhos leoninos, eis que surge um novo interessado na contratação dos seus serviços: o Paris Saint-Germain.

O clube parisiense está a tentar contratar Nenê, do Mónaco, mas caso o negócio não se concretize, Simon Vukcevic surge no topo da lista. Segundo o L'Équipe, já terão sido encetadas negociações entre os dois clubes.