sexta-feira, 20 de junho de 2008

Portugal 2-3 Alemanha: O sonho português acaba aqui...

Portugal disse adeus ao sonho de chegar à final do Euro2008. O sentimento é angustiante porque no final fica a sensação de que a selecção nacional seria realmente capaz de bater esta Alemanha. No entanto, mais uma vez, e à semelhança do que aconteceu no último Mundial, fomos ‘vítimas’ de um Sweinsteiger que parece ter particular gosto em brilhar frente a Portugal. Não se pense contudo que esta derrota foi injusta, porque os números não mentem. Fomos antes vítimas de mais um erro fatal de Ricardo, e da desinspiração daquele que todos esperavam ser o nosso maior trunfo: Cristiano Ronaldo.



Dar de avanço fatal
Ao contrário do que seria esperado, Portugal começou a partida a consentir o domínio de jogo e a posse de bola aos alemães, algo que se viria a revelar fatal. O objectivo idealizado por Scolari era aproveitar o contra-ataque e lançar dessa forma o pânico através dos nossos jogadores mais rápidos para cima dos ‘duros’ centrais alemães, mas a verdade é que raramente Portugal conseguiu apanhar os germânicos em contra-pé. O meio-campo cedeu face ao maior poderio físico alemão, e curiosamente, haveriam de ser os alemães a marcar numa situação de contra-ataque, minutos depois de João Moutinho ter tido uma oportunidade de golo desperdiçada de forma incrível. Podolski avançou pelo lado esquerdo após boa tabela com Ballack e cruzou para a área onde surgiu a ‘besta negra’ Schweinsteiger, que fugiu da marcação de Paulo Ferreira e de primeira bateu Ricardo. Mas o pesadelo ainda só tinha começado. Cinco minutos volvidos, num lance de bola parada, Sweinsteiger (quem mais…) cruzou para a grande área, onde apareceu Klose a surpreender novamente a defesa portuguesa. O maior receio de Portugal era então confirmado: as bolas paradas dos alemães. Mas foi nessa altura que finalmente a selecção nacional conseguiu começar a mostrar os seus pergaminhos, assumindo-se como o dono do jogo (ainda que também de forma consentida pela vantagem que os alemães já tinham), mas só à beira do final da primeira parte conseguiu reduzir, por intermédio de Nuno Gomes, na recarga a um remate de Cristiano Ronaldo. Um tónico para a segunda parte, mas que ia fazendo efeito ainda antes do intervalo, quando o mesmo Ronaldo se esgueirou pelo lado esquerdo do ataque e rematou a razar o poste de Lehman.

Mais do mesmo
A segunda parte, começou como terminou a primeira, com Portugal a ‘empurrar’ a Alemanha para o seu meio-campo, mas sem conseguir penetrar na muralha defensiva. O jogo passou então por um período de maior confronto fisíco, com várias faltas, e Pepe a desperdiçar uma oportunidade incrível para empatar o jogo logo aos 11 minutos da segunda parte. E como quem não marca, normalmente sofre, cinco minutos depois a Alemanha voltava a colocar a diferença no marcador em dois golos. Livre de… Sweinsteiger e Ballack a surgir na cara de Ricardo para fazer o 3-1, com um empurrão a Paulo Ferriera pelo meio que o árbitro não assinalou. A partir daí, a confiança nacional para dar a volta ao resultado foi esmorecendo (também porque os alemães fecharam sempre muito bem o caminho para a sua baliza) e o melhor que se conseguiu foi um golo através do recém-entrado Héder Postiga, a escassos três minutos do finm. Tarde de mais para chegar ao empate, cosnumando-se assim o afastamento ‘prematuro’ da selecção portuguesa.

A avaliação da ‘Futebolista’ (de 1 a 10):

Ricardo (3) – Os alemães disseram que o guardião português era o ‘elo mais fraco’ da equipa, e infelizmente Ricardo fez questão de lhes dar razão. Mais uma derrota com base na sua indecisão na altura de sair dos postes nas bolas paradas, a fazer lembrar a tragédia grega de 2004.

Bosingwa (6) – Atacou muito e nem sempre bem, mas foi dos jogadores que mais tentaram ‘empurrar’ Portugal para a frente. Defensivamente, estranhou-se aluma intranquilidade e sobretudo, como deixou fugir Podolski, permitindo o seu cruzamento, que deu origem ao primeiro golo.

Pepe (7) – Mais uma grande exibição, cotando-se como o melhor elemento da defesa portuguesa. Não esteve tão exuberante como em jogos anteriores (o adversário assim o impunha), mas ainda lhe pertenceu uma das melhores oportunidades de golo. Impressionante como Pepe consegue ir à área adversária e poucos segundos depois já está no seu posto a efectuar um corte. Grande ‘aquisição’!

Ricardo Carvalho (6) – Menos activo do que o seu companheiro, mas quando foi chamado a intervir, raramente falhou. E apesar dos golos sofridos, nenhum deles teve influência sua.
Paulo Ferreira (3) – Parece ter ficado abalado pela ‘exibição’ no último jogo, frente à suíça. É certo que apanhou com o endiabrado Sweinsteiger, mas para um jogador da sua experiência, não se percebe como o deixou fugir no primeiro golo e como no terceiro sofre falta de Ballack e não se ‘deixa cair’. Exibição para esquecer.
Petit (5) – Foi muitas vezes ‘engolido’ pelos gigantes alemães na disputa pelo meio-campo, mas nunca virou a cara à luta, como é seu apanágio.

Moutinho (4) – Desperdiçou soberana ocasião quando o jogo ainda estava a zeros e a verdade é que esse lance poderia ter alterado tudo. Mudou, mas para pior, e para cúmulo ainda saiu lesionado.
Deco (8) – Foi o melhor jogador português ao longo deste Europeu. Coleccionou mais uma grande exibição e mostrou como apesar das diferenças de estaturas, é possível contornar isso com muita classe. O bom futebol que se viu de Portugal passou sempre pelos seus pés, fosse com desmarcações, passes longos, tabelas com os companheiros ou fintas. Não merecia ir já para casa, e seguramente que o Barcelona deve estar a pensar muito bem porque é que o deixou sair.
Simão (7) – Um dos melhores da equipa. A par de Deco, foi quem mais tentou dinamizar o ataque. Rápido, sem medo do um para um, não hesitou também em avançar com a bola controlada, mas sempre sem descurar a defesa e disso beneficiaram Bosingwa (sobretudo) e Paulo Ferreira na segunda parte. Um exemplo para os colegas ao nível técnico e táctico.

Cristiano Ronaldo (4) – Uma desilusão. Quando mais Portugal dependeu do seu génio, do futebol que demonstrou ao serviço do Manchester United, que servisse de inspiração para a equipa e para por em sentido os alemães, acabou por se tornar num dos piores elementos. As fintas não lhe saíram, os remates também não tiveram sucesso e era ele que estava encarregue de marcar Klose no segundo golo, mas deixou-o ir… Na segunda parte quase que nem se deu pela sua presença em campo.

Nuno Gomes (6) – ele bem afirmou que estava com um ‘feeling’ de que iria marcar. Foi insuficiente, é verdade, mas cumpriu. No resto do tempo foi preciosa ajuda nas tabelinhas para perfurar a defesa germânica e questiona-se a razão de ter sido o primeiro sacrificado (Raul Meireles entrou por lesão de Moutinho) quando estávamos a perder por 3-1.

Raul Meireles (5) – Foi chamado de urgência devido à lesão de Moutinho e a verdade é que apesar de ter sido importante para tentar travar a ofensiva alemã, não tem a mesma dinâmica ofensiva nem o mesmo reportório técnico. Errou muitos passes, e apesar de ainda ter tentado compensar com os remates de longe, nunca foi bem sucedido.

Nani (6) – Entrou com muita vontade e acabou por dar um novo fôlego à selecção. Tentou rematar, romper em velocidade e foi dele a jogada e o cruzamento que originaram o 3-2.

Hélder Postiga (5) – Pouco tempo em campo, mas ainda assim suficiente para mostrar que não ‘treme’ nos jogos mais importantes, voltando a contribuir com um golo que se tivesse acontecido mais cedo, ainda poderia ter dado muito mais que falar.

Ficha do jogo:

Estádio: St. Jakob Park, Basileia
Árbitro:Peter Fröjdfeldt (SUE). Auxiliares: Stefan Wittberg (SUE) e Henrik Andrén (SUE).

Equipas
Portugal:
Ricardo, Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; João Moutinho (Raúl Meirelles), Petit (Postiga), Deco e Cristiano Ronaldo; Simão e Nuno Gomes (Nani).
Treinador: Luiz Felipe Scolari

Alemanha: Lehmann, Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm; Schweinsteiger (Fritz), Ballack, Rolfes e Hitzlsperger (Borowski), Podolski e Klose (Jansen).
Treinador: Joachim Löw

Golos: Schweinsteiger (21 min), Klose (26), Ballack (61); Nuno Gomes (41) e Hélder Postiga (87)
Ao Intervalo: 1-2
Cartões amarelos: Petit, Postiga e Pepe (Portugal); Friedrich e Lahm (Alemanha)

O resumo dos melhores momentos da partida:



quinta-feira, 19 de junho de 2008

Benfica em negociações por Augusto Fernandez

Foi o Sporting o primeiro clube a ser associado a uma possível transferência de Augusto Fernandez para Portugal, mas é o Benfica quem parece definitivamente estar interessado na sua contratação. A confirmação foi feita pelo próprio empresário do jogador, Pablo Sabbag, que ao comentar uma possível transferência do jogador para a Lazio, revelou que apesar de ter ouvido rumores sobre isso, não recebeu «proposta alguma de Itália», acrescentando que apenas tem estado em conversações «com Getafe, Arsenal e Benfica». Augusto Matias Fernandez é um médio ofensivo de 22 anos que representa actualmente o River Plate, destacando-se sobremaneira pela técnica apurada. Ainda assim, é mais frequente ver este médio de 1,77 metros a actuar pela ala direita. O passe do jogador está avaliado em 7,5 milhões de euros, um valor praticamente ‘proibitivo’ para os ‘encarnados’, sobretudo porque a concorrência e o poder económico do Arsenal é muito forte.

Veja aqui uma amostra do seu talento:


Portugal vs Alemanha: chegou o mata-mata!

Chegou a hora das decisões. Portugal joga hoje o seu futuro no Euro 2008, contra a poderosa armada germânica. Trata-se da primeira formação de grande calibre que a selecção das quinas enfrenta. O 11 que brilhou nos dois primeiros encontros da competição está de volta, e a confiança está em alta. A Alemanha, apesar de não ter apresentado um bom futebol até ao momento, é um equipa bem estruturada, liderada por Michael Ballack, jogador que irá ser treinado por Scolari daqui a pouco tempo... O "Sargentão" já avisara sobre as qualidades dos alemães, bem antes de sair a Mannschaft na rifa, e a média de altura dos adversários de hoje é a principal preocupação do técnico brasileiro.

Histórico não favorece Portugal
Dos 15 jogos realizados entre Portugal e Alemanha, a nossa selecção somou apenas 3 vitórias. Os germânicos venceram-nos por 7 vezes e o empate subsistiu em 5 ocasiões. Na última vez que as selecções se encontraram, a Alemanha venceu por 3-1, no jogo que empurrou Portugal para fora do pódio do Mundial 2006. No entanto, há jogos que nos trazem boas recordações: em 1985, Carlos Manuel marcou um golaço que deu a qualificação à selecção das quinas para o Mundial 1986; no Euro 2000, Sérgio Conceição fez um hat-trick que ditou o resultado final de 3-0 para Portugal.

Equipas prováveis:

Portugal - Ricardo; Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; Petit, Moutinho e Deco; Simão, Nuno Gomes e Cristiano Ronaldo

Alemanha - Jens Lehmann; Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Philipp Lahm; Fritz, Frings, Ballack e Schweinsteiger; Klose e Podolski

Árbitro: Peter Frojdfeldt (Suécia)
Estádio: St. Jakob-Park, Basileia
Horário: 19.45

Que os golos de Carlos Manuel em 1985 e de Sérgio Conceição em 2000 sirvam de inspiração para os heróis do mar que vão marchar contra os canhões germânicos!








quarta-feira, 18 de junho de 2008

Top golos Euro 2008 / ‘Futebolista’ - 3ª jornada

Dos 18 golos apontados nesta terceira e última ronda da fase de grupos do Campeonato da Europa, a redacção da ‘Futebolista’ decidiu atribuir o melhor golo da ‘jornada’ a Ballack, apontado no jogo frente à Áustria. Um livre directo fabuloso do médio do Chelsea. O segundo melhor golo, igualmente de belo efeito, pertence a Nihat, que carimbou a passagem da Turquia aos quartos-de-final e em relação ao terceiro, decidimos destacar o de Van Persie frente à Roménia, resultante de uma execução técnica brilhante. De fazer sonhar por mais…


1º Michael Ballack (Alemanha 1-0 Áustria)




2º Nihat (Turquia 3-2 Républica Checa)




3º - Van Persie (Holanda 2-0 Roménia)



Euro2008: A análise à 3ª ronda- contas finais

Chegou ao fim a fase de grupos deste Campeonato da Europa, e como tal, todas as contas sobre quem passou aos quartos-de-final ou se despediu prematuramente deste Euro 2008 estão terminadas. É certo que já se conheciamerto queeas equipas grupos para decidir presença na fase seguinte, mas houve muitaemoç os nomes de algumas equipas que marcariam presença na fase seguinte desde a 2ª ronda, mas houve muita emoção em quase todos os grupos para decidir quem acompanharia Portugal, Croácia, Holanda e Espanha.




Grupo A
Com o apuramento e o primeiro lugar do grupo já garantido, Scolari optou por colocar em campo uma equipa B de Portugal frente à Suíça, que não correspondeu da forma esperada. É certo que houve alguns erros de arbitragem e oportunidades que poderiam ter invertido o resultado, mas no final, o que conta é a derrota por 2-0 com os anfitriões (bis de Hakan Yakin, o segundo golo na marcação de uma grande penalidade). Na outra partida, que decidia quem acompanhava a selecção nacional nos quartos-de-final, houve indecisão até final. Republica Checa e Turquia precisavam de ganhar, pois em caso de empate teriam de ir para a marca de grandes penalidades. Os checos partiam como favoritos e começaram por prová-lo ao colocarem-se em vantagem à passagem da meia-hora da primeira parte (por intermédio do gigante Koller), dilatando-a aos 62 minutos por intermédio de Plasil. Pensou-se que estava encontrado o vencedor da partida, mas no último quarto de hora os turcos foram capazes de marcar três golos. Arda Turan reduziu aos 75 minutos e Nihat restabeleceu o empate aos 87, após falha clamorosa de Petr Cech. Quando já se pensava nos penáltis, eis que novamente Nihat se evidencia e coloca a Turquia na frente do marcador e nos quartos-de-final.



Grupo B
Tal como Portugal, a Croácia, já apurada fez rodar a sua equipa principal, mas saiu-se bem melhor, frente a uma Polónia que precisava de vencer para continuar a sonhar com a passagem à fase seguinte. No entanto, os croatas mandaram sempre no jogo, e após se terem adiantado no marcador por Ivan Klasnic aos 53 minutos, não mais os polacos aparentaram ter forças para dar a volta ao marcador. No outro jogo do grupo, a Áustria precisava de vencer uma Alemanha a quem bastava o empate para seguir em frente e apesar de ter sido uma partida sem grande brlho, foram mesmo os germânicos que carimbaram o passaporte para os quartos-de-final através de um golo monumental de Michael Ballack aos 49 minutos. Cumpriram os serviços minímos.




Grupo C
A Holanda continuou a passear a sua classe nesta última partida frente à Roménia, mesmo com Van Basten a optar pela troca de muitos dos habituais titulares. Huntelaar e Van Persie, aos 54 e 87 minutos, deram brilho e cor a um jogo que apesar de decisivo para os romenos, acabou por ser comandado na sua totalidade pela ‘laranja mecânica’, sem sombra de dúvidas a melhor equipa até ao momento como o atestam os nove golos marcados em três partidas e apenas um sofrido, num grupo em que defrontou também a Itália e a França. Estas últimas jogaram entre si a cartada final, sabendo-se de antemão que uma delas (ou até ambas) poderiam ficar pelo caminho. E quando se esperava um jogo muito equilibrado, eis que dois momentos bastaram para fazer a balança pender para o lado dos actuais campeões do mundo. Primeiro, a lesão e consequente substituição de Franck Ribéry logo aos 10 minutos, deixando os gauleses órfãos do seu maior motor de ataque, e ao minuto 25, o momento decisivo da partida. Abidal cometeu grande penalidade sobre Luca Toni, foi expulso, e Pirlo converteu o castigo máximo. A França ainda tentou repsonder, mas defensivamente os italianos nunca lhes deram hipóteses, controlando sempre a posse de bola com muita segurança. Na segunda parte ainda se fez notar a irreverência de Benzema, mas acabria por ser a Itália a fazer novo golo. De Rossi, num livre directo, que embateu em Henry e traiu Coupet, fez o 2-0 e sentenciou a partida. Uma nova vida para Donadoni e os seus pares…



Grupo D
A Espanha defrontava a Grécia numa partida para cumprir calendário pois nenhuma das equipas tinha já nada em jogo. ‘Nuestros hermaos’ já tinham a passagem aos quartos garantida e a Grécia já sabia que estava de volta ao seu país. Ainda assim, foram os gregos que se apresentaram inicialmente melhor, aproveitando também uma segunda linha de Espanha pouco experiente nestas andanças. Sem grandes motivos de emoção, a partida caminhava para o intervalo quando os gregos fizeram relembrar o Euro 2004. Livre batido por Karagounis à entrada da área e cabeceamento de Charisteas para o fundo das redes. Uma sensação de ‘deja vu’ dos jogos do Europeu realizado em Portugal, e que colocou a equipa de Otto Rehhagel na frente do marcador. Contudo, a seguir ao intervalo, a Espanha apareceu com outra vonade e protgonizou a reviravolta no marcador. De La Red, aos 61 minutos aproveitou uma assistência perfeita de cabeça de Guiza para encher o pé e bater Nikolpolidis (que se despediu da Selecção), e já ao cair do pano, o mesmo Daniel Guiza consumou a viragem no marcador. Na outra partida, de onde iria sair o parceiro da Espanha rumo aos ‘quartos’, a Rússia superiorizou-se a uma Suécia sem argumentos para fazer face ao futebol tecnicista e organizado dos russos. Não foi por isso de estranhar o golo apontado por Pavluychenko aos 24 minutos, tendo entretanto perdido muitas outras oportunidades para sair para o intervalo com outra margem de manobra. Ainda assim, logo à passagem dos cinco minutos do segundo tempo, Arshavin (o ‘10’ da equipa que finalmente pôde jogar neste Europeu após cumprir a suspensão de dois jogos) fez o segundo e deitou por terra as aspirações de Ibrahimovic e companhia. Os suecos ainda tentaram bombear bolas para a frente na ânsia de um mliagre que nunca ocorreu e por isso, ficam também mais uma vez fora dos quartos-de-final, enquanto os russos cometem a proeza de pela primeira vez chegarem a uma segunda fase de um Campeonato da Europa

Quartos-de-Final
Portugal vs Alemanha 19/06/2008 (19:45) - Basileia
Croácia vs Turquia 20/06/2008 (19:45) - Viena
Holanda vs Rússia 21/06/2008 (19:45) - Basileia
Espanha vs Itália 22/06/2008 (19:45) - Viena




Tabela melhores marcadores
4 - David Villa (Espanha)
3 - Lukas Podolski (Alemanha)
3 - Hakan Yakin (Suíça)
2 – Nihat (Turquia)
2 – Pavluychenko (Rússia)
2 - Wesley Sneijder (Holanda)
2 - Ibrahimovic (Suécia)
2 – Van Persie (Holanda)
2 – Harda Turan (Turquia)


Lista dos melhores em campo da UEFA

Suíça-Rep. Checa, 0-1: Tomas Ujfalusi (Rep. Checa)
Portugal-Turquia, 2-0: Pepe (Portugal)
Áustria-Croácia, 0-1: Pletikosa (Croácia)
Alemanha-Polónia, 2-0: Podolski (Alemanha)
Roménia-França, 0-0: Makelele (França)
Holanda-Itália, 3-0: Sneijder (Holanda)
Espanha-Rússia, 4-1: David Villa (Espanha)
Grécia-Suécia, 0-2: Zlatan Ibrahimovic (Suécia)
Rep. Checa-Portugal, 1-3: Cristiano Ronaldo (Portugal)
Suíça-Turquia, 1-2: Arda Turam (Turquia)
Croácia-Alemanha, 2-1: Modric (Croácia)
Áustria-Polónia, 1-1: Roger Guerreiro (Polónia)
Itália-Roménia, 1-1: Andrea Pirlo (Itália)
Holanda-França, 4-1: Wesley Sneijder (Holanda)
Suécia-Espanha, 1-2: David Villa (Espanha)
Grécia-Rússia, 0-1: Roman Pavlyuchenko (Rússia)
Rep. Checa-Turquia, 2-3: Nihat Kahveci (Turquia)
Suíça-Portugal, 2-0: Hakan Yakin (Suíça)
Polónia-Croácia, 0-1: Klasnic (Croácia)
Áustria-Alemanha, 0-1: Ballack (Alemanha)
Holanda-Roménia, 2-0: Van Persie (Holanda)
França-Itália, 0-2: De Rossi (Itália)
Grécia-Espanha, 1-2: Xabi Alonso (Espanha)
Rússia-Suécia, 2-0: Arshavin (Rússia)


Scolari também quer Moutinho

Depois de Bosingwa e Deco, João Moutinho poderá ser o próximo português a rumar ao Chelsea. "Big Phil" está concentrado na Selecção Portuguesa mas não deixa de indicar a Roman Abramovich os seus alvos para a próxima época. Scolari conhece bem as qualidades do capitão do Sporting, e o russo não terá qualquer problema em abrir os cordões à bolsa. Segundo o Correio da Manhã, o jovem português manifestou o desejo de viajar para Londres: "Quem não gostaria de jogar no Chelsea?". Com tantos e excelentes médios no plantel dos blues, é cada vez mais certo que Lampard se irá juntar a José Mourinho no Inter de Milão.

Paul Gascoigne treinador das Filipinas?

O polémico ex-jogador inglês, actualmente com 41 anos de idade, tem em mãos uma proposta para ir treinar a Selecção das Filipinas. Depois de uma brilhante carreira que findou precocemente devido aos seus problemas com o álcool, Gazza já teve algumas experiências como treinador em clubes chineses, no Boston United, Algarve United (onde foi treinador-jogador durante dois meses) e no Kettering Town. Leo Jensen, responsável da Federação Filipina de Futebol no Reino Unido, afirma que Paul Gascoigne "necessita de um desafio e nós precisamos de um técnico. Seria Perfeito".

Maniche e Pedro Mendes na rota do Sporting

O Sporting tem vários nomes em cima da mesa caso as suas pérolas João Moutinho e Miguel Veloso abandonem Alvalade. Maniche e Pedro Mendes encabeçam a lista de jogadores que poderão vir a reforçar os leoninos. Os internacionais lusos têm o futuro indefinido, dado que não são peças fundamentais nos seus clubes. No entanto, tanto o Atlético de Madrid como o Portsmouth não pretendem abrir mão de dois jogadores valiosos a qualquer custo. Se o Sporting vender pelo menos uma das suas jovens promessas, é crível que tenha saldo suficiente para comprar o passe dos dois médios. Mas a questão salarial poderá ser um grande entrave, pois ambos os jogadores auferem ordenados altíssimos para os cofres de Alvalade. O facto do Sporting participar na Liga dos Campeões poderá ser um bom aliciante para se chegar a uma plataforma de entendimento. Maniche, que actuou na última temporada por empréstimo no Inter, já confessou publicamente a sua admiração pelos verde-e-brancos, e o Sporting seria o clube perfeito para terminar a sua brilhante carreira.

terça-feira, 17 de junho de 2008

E o sucessor de Scolari é…Zico

O nome do treinador brasileiro Zico é o que reúne mais consenso para suceder a Luiz Felipe Scolari no comando técnico da selecção portuguesa. Esta terça-feira, o vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Amândio de Carvalho, afirmou que o próximo seleccionador nacional, a anunciar após o fim do Euro 2008, irá seguramente falar português e o ex-técnico do Fenerbahçe apresenta-se na linha da frente para substituir ‘Felipão’, que vai rumar ao Chelsea. «É evidente que a língua é importante, até porque os jogadores se habituaram de alguma forma a ter um tipo de conversação com o Scolari» afirmou o responsável, acrescentando que, apesar de não haver «outro Scolari», o perfil de treinador pretendido «será um que se aproxime muito ao dele. Depois vamos ver se é português ou estrangeiro». Estas afirmações reforçam ainda mais as declarações que Scolari proferiu antes do jogo da Suíça, que não se coibiu de elogiar o compatriota quando confrontado sobre os possíveis sucessores ao seu cargo, ainda que tenha salientado que não se irá envolver nesse processo. Recorde-se que Zico, ex-glória do futebol brasileiro e conhecido mundialmente pela designação de ‘Pelé branco’ começou a sua carreira como treinador em 2002, quando assumiu o comando da selecção do Japão e em 2006 foi ocntratado para orientar o Fenerbahçe da Turquia, equipa com a qual conseguiu chegar na época passada aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, a melhor participação de sempre da equipa turca na ‘Champions’. Conta actualmente com 55 anos.

ÚLTIMA HORA: Deco assina pelo Chelsea

Segundo a imprensa inglesa, Deco já é jogador do Chelsea. O playmaker da Selecção Portuguesa há muito que já tinha anunciado a saída do Barcelona. Scolari, recentemente contratado para o comando dos blues, conta agora com os serviços de um jogador que conhece muito bem.