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terça-feira, 8 de julho de 2014

Muito mais do que Paulo Bento

fifa.com
Depois da dececionante campanha da seleção portuguesa, não faltou exigências para que Paulo Bento, o seu timoneiro, apresentasse a demissão. Mas será ele o verdadeiro culpado?
               

É verdade que podemos questionar as suas opções. Deixou de fora Ricardo Quaresma. Afinal, o mustangesteve em grande forma no final da época. Mas curiosamente, o FC Porto perdeu mais pontos desde a sua chegada. E há que realçar que Paulo Bento já foi seu colega, adversário e treinador. Há que lhe dar o benefício da dúvida.

Diz-se que não convocou um lateral-esquerdo de raiz para estar no banco. Entre todas as posições, afinal, era a única que não tinha duas opções descaradas. Pedia-se Antunes. Mas o selecionador convocou sensatamente André Almeida, por poder fazer os dois corredores. Numa triste coincidência, Fábio Coentrão lesionou-se e o próprio jogador do Benfica seguiu-lhe as pisadas.

As pessoas que pediam duas opções para cada posição fizeram ouvir o seu descontentamento, mas certamente se terão esquecido de outra triste coincidência. Só os guarda-redes e os pontas de lança apresentavam três galos para um poleiro. E não é que Rui Patrício e Beto, em determinados momentos se lesionaram? E não é que a Hélder Postiga e a Hugo Almeida aconteceu o mesmo?

As suas opções são questionáveis, mas não acredito que exista um lote consensual de 23. Salvo as devidas proporções, Paulo Bento fez o mesmo que Vicente del Bosque, que continuou a apostar numa geração que já tinha dado algumas alegrias. Não venceu nenhum Europeu nem nenhum Mundial, mas só se viu afastado da final do Euro-2012 nas grandes penalidades, o que para os recursos de um país pequeno e pobre à beira-mar plantado já tem um grande significado.

Na minha opinião, o principal problema da seleção nem foram as suas escolhas nem o local do estágio nem a chegada tardia ao Brasil. Falar nisso é tapar o sol com uma peneira.

O grande problema é um problema de base. Desde o Euro-2004, mas sobretudo a partir de 2008 e 2009, que os clubes portugueses de topo não têm apostado em jogadores… portugueses.

Benfica têm conseguido a proeza de começar jogos sem um único atleta luso em várias épocas e o FC Porto, sem João Moutinho, também o fez em 2013/14. O Sporting pós-Paulo Bento chegou a apresentar essa situação, que entretanto se contrariou com Bruno de Carvalho, mas que pode não durar para sempre, tendo em conta os reforços contratados.

A geração de ouro, que esteve a um passo da final do Euro-2000, era constituída pelo núcleo duro que tinha participado nas conquistas dos Mundiais de Sub-20 em 1989 e 1991, mas também por outros nomes que iam emergindo a cada temporada no futebol português: Quim, Pedro Espinha, Secretário, Rui Jorge, Dimas, Vidigal, Sérgio Conceição, Nuno Gomes e Sá Pinto são alguns exemplos.

Essa equipa, que até falhou o apuramento para o Mundial-1998, dava-se ao luxo de deixar de fora alguns atletas que até eram importantes nos três grandes, casos de Pedro Barbosa, Paulinho Santos, Calado ou Paulo Madeira.

Para este Campeonato do Mundo, foram chamados André Almeida e Rúben Amorim, habitualmente suplentes do Benfica, e até Éder, que não tem sido titular no SC Braga, sobretudo a partir da chegada de Rusescu. E atenção, estes três nomes até são, muito provavelmente, melhores do que quaisquer outros convocáveis para as funções que desempenham na seleção.

Os clubes portugueses procuram comprar barato no estrangeiro e tentar rentabilizar os ativos, e verdade seja dita, têm chegado longe nas competições europeias e surpreendendo a Europa do futebol pela sua posição no Ranking UEFA. É compreensível.

O que não é compreensível é a passividade da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga de Clubes, que perante este cenário, a única real medida que toma é impor a utilização de pelo menos dois (onde isto chegou…) portugueses na Taça da Liga. As equipas bês voltaram, só podem utilizar de cada vez três atletas com idade superior a 23 anos, mas escasseiam regulamentos relativamente às suas nacionalidades.

Por muito que se fale em renovação da seleção, só é possível fazer-se não olhando apenas para o valor dos futebolistas que integram as camadas jovens (nomeadamente os sub-21) mas sobretudo criar condições para que tenham o seu espaço ao mais alto nível, em Portugal. Sugere-se, portanto, uma regulamentação que proteja o jogador português. Se as entidades que regulam o futebol no nosso país tanto têm feito para fortalecer os principais clubes (introdução das equipas bês na II Liga), está na altura de exigir que esses emblemas deem algo pela federação, e mais concretamente, pela seleção nacional AA.

Impor a utilização de um número mínimo de jogadores portugueses numa equipa, tanto num jogo como em termos de inscrição, será o primeiro passo para uma renovação, até porque há Ivan Cavaleiro, João Mário, Tozé, Bernardo Silva, Tiago Ferreira e outros, com qualidade e sede de vencer, precisam de espaço. Se não se tomarem medidas imediatas, Portugal poderá ficar fora de uma grande competição, e aí, será tarde demais.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Não é uma questão de ser, é uma questão de estar

fpf.pt
Paulo Bento divulgou ontem a sua lista definitiva de 23 jogadores que estarão no Mundial, depois de ter anunciado na semana passada uma pré-convocatória de 30 atletas. Curiosamente, a maior contestação que houve até foi em relação a futebolistas que dificilmente entrarão no onze titular.

Fala-se de um Quaresma que esteve no Euro-2012 sem ninguém se lembrar disso. E até de Adrien que ainda não somou uma única internacionalização.

O que me aflige é a questão dos 11 + 3, a fórmula utilizada em cada jogo. Estando todos a 100%, tem havido consenso de que a equipa-base que atuou no último Campeonato da Europa e durante a qualificação para o Mundial é a melhor – salvo algumas nuances – para o selecionador utilizar desde início.

O problema é que há vários jogadores que não deverão estar no Brasil a 100% e boa parte desses casos problemáticos até se concentra em duas/três posições.

Se olharmos para os extremos, vemos que Nani tem pouco ritmo de jogo e até foi rejeitado por Antonio Conte na Juventus pela sua situação clínica. Cristiano Ronaldo tem estado afastado dos últimos encontros do Real Madrid e certamente não disputará o Campeonato do Mundo na plenitude das suas capacidades. Vieirinha esteve ausente durante muitos meses. O próprio Rafa, que pode atuar nas alas, esteve lesionado durante algum tempo na parte final da época. Sobra Varela. É pouco.

Na posição ‘9’, Hélder Postiga parece ainda estar em dúvida. Éder, suplente de Rusescu em Braga desde o mercado de inverno, também tem tido os seus problemas físicos. Sobra Hugo Almeida.

Não havendo tempo a perder, Paulo Bento optou por se fixar na sua convocatória final, levando apenas esse lote para estágio, começando a aprimorar o modelo de jogo que pretende para Portugal. Mas coloca-se a dúvida. Estes 23, hipoteticamente, até SÃO os melhores jogadores portugueses disponíveis da atualidade, mas será que ESTÃO todos, neste momento, entre os 23 em melhores condições, na globalidade de fatores técnico-táticos, físicos e psicológicos?

O selecionador parece acreditar no estado clínico dos atletas acima referidos, que coincidem exatamente com os nomes que participaram na qualificação. Mas com tantos problemas nas posições de ataque, não se justificaria um estágio com um lote ligeiramente mais alargado?

Porque não levar mais um extremo e um ponta-de-lança para estágio e aí proceder a uma análise comparativa in loco? Será preferível, numa fase adiantada, proceder a alterações na convocatória e haver jogadores a entrarem “a frio”? Será preferível sentir os problemas físicos dos futebolistas em causa apenas no Mundial e ser obrigado a fazer substituições numa fase prematura de cada partida?

Um dos nossos adversários, a Alemanha, está neste momento a trabalhar com 27, até porque unidades influentes como Khedira, Schweinsteiger, Hummels, Gündogan ou Schmelzer têm tido contratempos nesta temporada. Outras seleções irão esperar até 2 de junho para encurtar a lista.

Veremos, no Brasil, quem terá a razão. Quem prefere concentrar-se nos 23 mesmo sabendo dos problemas físicos de alguns e das consequências que isso poderá ter? Ou os que não irão trabalhar tanto um certo lote específico, mas que poderão, até ao último instante, proceder a uma análise comparativa e decidir quem está em melhores condições de representar o seu país?

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A luta que Beto reacendeu

uefa.com
A final da Liga Europa foi o expositor mediático para que, em Portugal e no mundo, se pudesse constatar a grande época que Beto está a realizar.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MUNDIAL 2014: Os 30 Pré-convocados de Portugal

A Federação Portuguesa de Futebol anunciou que Paulo Bento já elaborou a lista provisória de 30 jogadores, entretanto enviada para a FIFA. Os 23 convocados para o Campeonato do Mundo 2014 serão divulgados na próxima segunda feira.
Eis a lista de 30:
Guarda-redes - Anthony Lopes (Lyon), Beto (Sevilha), Eduardo (SC Braga) e Rui Patrício (Sporting)
Defesas - André Almeida (Benfica), Antunes (Málaga), Bruno Alves (Fenerbahçe), Fábio Coentrão (Real Madrid), João Pereira (Valência), Neto (Zenit), Pepe (Real Madrid), Ricardo Costa (Valência) e Rolando (Inter)
Médios - André Gomes (Benfica), João Mário (Vitória FC), João Moutinho (Mónaco), Miguel Veloso (D. Kiev), Raul Meireles (Fenerbahçe), Rúben Amorim (Benfica) e William Carvalho (Sporting)
Avançados - Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Éder (SC Braga), Hélder Postiga (Lazio), Hugo Almeida (Besiktas), Ivan Cavaleiro (Benfica), Nani (Manchester United), Rafa (SC Braga), Ricardo Quaresma (FC Porto), Varela (FC Porto) e Vieirinha (Wolfsburgo)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Seleção: Cavaleiro e Rafa chamados, Patrício ausente

Paulo Bento divulgou hoje os convocados para o jogo particular com a seleção dos Camarões (dia 5 de março), com particular destaque para as estreias de Ivan Cavaleiro (Benfica) e Rafa (Sp. Braga), assim como os regressos de Miguel Lopes, Rolando e até Edinho. No lado oposto, a maior surpresa vai para a ausência da convocatória de Rui Patrício, o habitual titular da Seleção.

Confira a lista completa:

Guarda-redes: Anthony Lopes (Ol. Lyon), Beto (Sevilha) e Eduardo (Sp. Braga).

Defesas: Fábio Coentrão (Real Madrid), Miguel Lopes (Ol. Lyon), João Pereira (Valência), Pepe (Real Madrid), Neto (Zenit), Ricardo Costa (Valência), Rolando (Inter) e Antunes (Málaga).

Médios: Josué (FC Porto), João Moutinho (Mónaco), Miguel Veloso (Dínamo Kiev), Rúben Amorim (Benfica), Raul Meireles (Fenerbahçe) e William Carvalho (Sporting).

Avançados: Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Edinho (SC Braga), Hugo Almeida (Besiktas), Ivan Cavaleiro (Benfica), Rafa (SC Braga) e Varela (FC Porto)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Seleção AA: Portugal goleia Luxemburgo (3-0)

Já com o grupo decidido, Portugal recebeu e goleou a seleção do Luxemburgo por 3-0, Nani, Varela e Hélder Postiga fizeram os golos.

Jogo com sentido único, foi com naturalidade que a seleção nacional chegou ao 1-0 à passagem da meia hora por intermédio de Silvestre Varela. Ainda na primeira parte, aos 36 minutos, foi a vez de Nani fazer o gosto ao pé aproveitando a assistência fantástica de João Moutinho. Já no segundo tempo, Hélder Postiga na cara do guarda-redes dilatou a vantagem para 3-0.

Apesar dos 3-0, Portugal poderia ter saído de Coimbra com um resultado mais avantajado.

Resultados desta terça feira:
Grupo A:
Sérvia 5-1 Macedónia
Escócia 2-0 Croácia
Bélgica 1-1 País de Gales

Grupo B:
Bulgária 0-1 Rep.Checa
Dinamarca 6-0 Malta
Itália 2-2 Arménia

Grupo C:
Ilhas Faroé 0-3 Áustria
Rep. Irlanda 3-1 Cazaquistão
Suécia 3-5 Alemanha

Grupo D:
Hungria 2-0 Andorra
Roménia 2-0 Estónia
Turquia 0-2 Holanda

Grupo E:
Chipre 0-0 Albânia
Suíça 1-0 Eslovénia
Noruega 1-1 Islândia

Grupo F:
Portugal 3-0 Luxemburgo
Rússia 1-1 Azerbaijão
Israel 1-1 Irlanda do Norte

Grupo G:
Grécia 2-1 Liechtenstein
Lituânia 0-1 Bósnia e Herzegovina
Letónia 2-2 Eslováquia

Grupo H:
Inglaterra 2-0 Polónia
San Marino 0-8 Ucrânia
Montenegro 2-5 Moldávia

Grupo I:
França 3-0 Finlândia
Espanha 2-0 Geórgia


sábado, 12 de outubro de 2013

Seleção AA: Portugal empata (1-1) e garante Play-off


A Seleção Nacional empatou esta sexta-feira com Israel (1-1) em jogo a contar para a fase de grupos de qualificação para o Mundial de 2014 a realizar no Brasil. Ricardo Costa marcou o golo luso enquanto Bem Basat fez o golo israelita.

Portugal obteve a vantagem aos 27 minutos, remate de Pepe que é desviado pelo defesa por Ricardo Costa. Apesar de estar por cima do encontro, a equipa das quinas permitia que o adversário chegasse à baliza com perigo e o desaire acabaria por chegar nos minutos finais com erro de Rui Patricio que proporcionou o empate.

Assim, Portugal garante o segundo lugar do grupo I e o play-off de apuramento que se realizará em Novembro. Por sua vez, e após bater o Luxemburgo por 3-0 a Rússia consegue o primeiro lugar e o apuramento direto para o Mundial.

A Seleção volta a jogar na próxima terça-feira diante do Luxemburgo onde Cristiano Ronaldo e Pepe são ausências confirmadas, irão cumprir castigo por acumulação de amarelos, no entanto, Paulo Bento já terá à sua disposição Rolando e Bruma.

Veja aqui o resumo da partida:

segunda-feira, 27 de maio de 2013

André Martins chamado por Paulo Bento

Já são conhecidos os jogadores convocados por Paulo Bento para o embate frente à Rússia, no próximo dia 7 de junho, a contar para a qualificação do Mundial'2014. Entre as principais novidade, o destaque vai para a estreia do médio do Sporting, André Martins, além dos regressos de Vieirinha, Sereno e Nelson Oliveira. A partida terá lugar no estádio da Luz, sendo que além do importante jogo frente à Rússia, Portugal irá também defrontar a Cróacia, no dia 10, mas o embate será de caráter particular.

Eis a lista completa:

Guarda-redes:
Rui Patrício (Sporting), Beto (Sevilha) e Eduardo (Istambul BB);

Defesas:
João Pereira (Valência), Fábio Coentrão (Real Madrid), Sílvio (Dep. Corunha), Bruno Alves (Zenit), Luís Neto (Zenit) e Sereno (Valladolid) e Ricardo Costa (Valência);

Médios:
André Martins (Sporting), Raul Meireles (Fenerbahçe), Miguel Veloso (D. Kiev), João Moutinho (Mónaco), Custódio (Sp. Braga), Paulo Machado (Olympiakos), Rúben Amorim e Rúben Micael;

Avançados:
Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Danny (Zenit), Varela (FC Porto), Vieirinha (Wolfsburgo), Hélder Postiga (Saragoça), Hugo Almeida (Besiktas), Nani (Manchester United) e Nélson Oliveira (Corunha).

segunda-feira, 18 de março de 2013

Seleção: Antunes chamado, Moutinho em dúvida

Antunes, jogador do Málaga, foi chamado para os trabalhos da Seleção Nacional, que prepara os jogos de apuramento para o Mundial frente a Israel (dia 22) e Azerbaijão (dia 26). 

O esquerdino, de 25 anos, já foi três vezes internacional A e somou mais 42 chamadas às seleções portuguesas nas camadas jovens, sendo esta a primeira convocação na 'era Paulo Bento'.
Além disso, refira-se ainda que permanece em dúvida a utilização de João Moutinho pelo selecionador. O médio do FC Porto não foi dispensado, mas também ainda não trabalhou com os companheiros, pelo que é possível que, apesar de não dar o seu contributo no primeiro jogo, poderá ser recuperável para o desafio com o Azerbeijão.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Portugal em 6º lugar


Apesar da última derrota no jogo particular frente ao Equador, Portugal subiu um lugar no ranking da FIFA. Nesta actualização do mês de Fevereiro, a selecção das quinas ocupa agora a 6ª posição, com a particularidade de ter os mesmos pontos da Colômbia, que se encontrava na 5ª posição.

A Espanha continua líder desta lista, seguida da Alemanha e Argentina. Destaque para a Inglaterra que subiu do 6º para o 4º lugar e, para Cabo Verde, após atingir os quartos-de-final da CAN, é agora 63º, trepando sete lugares, no referido ranking. O Brasil, de Scolari, ocupa a 18º posição.

Classificação dos dez primeiros:

1º Espanha , 1.590 pontos
2º Alemanha, 1.437 pontos
3º Argentina, 1.281 pontos
4º Inglaterra, 1.160 pontos
5º Itália, 1.157 pontos
6ºs Colômbia, 1.129 pontos
      Portugal, 1.129 pontos
8º Holanda, 1.108 pontos
9º Croácia, 1.059 pontos
10º Rússia, 1.055 pontos






segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sílvio substitui Miguel Lopes na Seleção


Sílvio, lateral direito do Deportivo da Corunha, foi chamado por Paulo Bento, para o particular frente ao Equador. Este, substitui Miguel Lopes, do Sporting, que se lesionou no ombro no jogo  frente ao Rio Ave.

Sílvio é um lateral polivalente que preferencialmente joga pela faixa direita mas também pode actuar como defesa esquerdo. Neste mercado de inverno, o internacional português, transferiu-se do Atlético de Madrid para o Deportivo da Corunha, clube do treinador Domingos Paciência, a título de empréstimo.

Quem está em dúvida para o embate frente ao Equador é Cristiano Ronaldo. O capitão da selecção, debate-se com alguns problemas físicos.

  

sábado, 2 de fevereiro de 2013

André Gomes na Selecção AA


O jovem médio do Benfica, André Gomes, foi chamado à selecção AA, para substituir o lesionado Rúben Micael do Braga. Esta é a primeira convocatória do jovem encarnado de 19 anos, que se poderá estrear com a camisola das "quinas" no próximo dia 6 de Fevereiro no jogo particular frente ao Equador, em Guimarães. Este estava convocado para a selecção sub-20, que vai defrontar a França num jogo de preparação para o Mundial da categoria.

André Gomes tem demonstrado que é um jogador com enorme potencial, com Paulo Bento a querer integra-lo no imediato na selecção principal.

Também Nélson Oliveira, avançado do Corunha, foi convocado, para substituir Hugo Almeida que se lesionou num jogo pelo Besiktas.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Críticas pouco coerentes



 O jogo desta Quarta Feira entre a seleção portuguesa e o Gabão teve mais polémica que futebol, não por erros de arbitragem ou um resultado escandaloso, simplesmente porque os jogadores portugueses fizeram uma viagem bastante longa para disputarem um encontro de carácter particular contra uma seleção de terceira categoria, "apenas" por dinheiro.

 A semana foi rica nas críticas ao "oportunismo" da FPF, acusada de pensar apenas nas finanças em detrimento dos jogadores e da credibilidade de Portugal enquanto seleção. Resumidamente, os jogadores nacionais fizeram uma viagem de mais de dez mil quilómetros, abandonando os seus clubes, para defrontarem um país sem nenhuma expressão futebolística, num relvado que podia perfeitamente ser comparado a uma horta, empatando 2-2 e deixando a federação com oitocentos mil euros no bolso.

 Acho um absurdo esta crítica gratuita aos responsáveis da nossa seleção, fala-se deste encontro como um negócio em que a FPF quis lucrar oitocentos mil euros como se de uma empresa privada se tratasse, mas todos esquecem que essa grande quantia monetária entrou nos cofres da equipa de todos nós. Quando falamos de camadas jovens, clubes profissionais e amadores,  infra-estruturas futebolísticas, futebol feminino, futsal, futebol de praia, e claro a Seleção A, tudo isto tem custos e apoios que não caem do céu, já que vêm da FPF que obviamente precisa de maximizar e diversificar as receitas - particularmente na conjuntura económica que estamos a viver.

 A Espanha foi "ganhar dinheiro" ao Panamá, a Argentina à Arábia Saudita, tal como o Brasil já tinha feito com o Gabão, são das seleções mais prestigiadas do mundo e aproveitam esse facto para sustentarem as suas finanças. O "efeito Cristiano Ronaldo" ajuda bastante à visibilidade nacional (aliando aos bons resultados e bom futebol que o mundo tem visto de Portugal), põe-nos no patamar da frente e não podemos desperdiçar isso.





segunda-feira, 25 de junho de 2012

Último Reduto: Agora é que são elas (sem Hugo Almeida, por favor)


Entrou na fase de todas as decisões o melhor dos últimos Europeus. E que boa é a sensação ao vermos o nome de Portugal no top-four da competição! No entanto, se analisarmos friamente o percurso da Selecção, o que custava era mesmo passar aquela fase de grupos: qualquer dos possíveis adversários do Grupo A seriam acessíveis ao conjunto de Paulo Bento, para o acesso às meias-finais.

Bons os quatro jogos dos quartos. Portugal dominou a República Checa desde a segunda metade da primeira parte, e os checos foram mesmo os primeiros a terminar 90 minutos deste EURO sem um remate à baliza. Mais uma vez, fomos muito perdulários na finalização – com Ronaldo à cabeça e os seus costumeiros dois tiros ao ferro. Rezo sem grande esperança para que Bento coloque Nélson Oliveira de início frente à Espanha. Para mim, Hugo Almeida é de longe o pior dos 23, e para comprová-lo uma vez mais, o saldo da sua participação no jogo: um cabeceamento falhado em plena área (sem qualquer marcação) e um golo em offside, que no fundo não foi mais que tirar a bola a Ronaldo, atrás de si, isolado e em jogo.

A Alemanha confirmou todo o seu poderio, fazendo descansar titulares e mesmo assim vencendo – não, goleando – os gregos. É o mais completo dos plantéis e o mais forte candidato a levantar a taça.

Não houve França à altura da Espanha, e o 2-0 final foi tão natural quanto a sede de história dos homens de Del Bosque, determinados em chegar a uma inédita terceira vitória consecutiva em grandes competições de selecções. Continuam sólidos e fiéis à sua ideia de jogo, apesar das críticas e da teorização do tiki-takanaccio.

Mas talvez o jogo com mais motivos de interesse tenha mesmo sido o de ontem. A mais fraca Inglaterra de que tenho memória fez da Itália uma espécie de Brasil, tal a sua superioridade em posse de bola e volume de jogo. A meu ver, os ingleses saem deste EURO pela menos má das portas, evitando uma derrota pesada no jogo de ontem, ou um sempre penoso enxovalho aos pés da Alemanha.

Nos quatro jogos, vitória dos mais fortes no papel. Agora é esperar que nas meias tudo seja diferente, pelo menos na quarta-feira. Do outro lado, a Espanha bicampeã, misto de Barça e Real. Ir buscar os 4-0 do último jogo não faz qualquer sentido: é preciso um Portugal sem pechas e um Cristiano Ronaldo ao nível dos dois últimos partidazos. Em jogo a presença na final, a eliminação de uma equipa que colocaria a nossa Selecção nas bocas do mundo, a Bola de Ouro para CR7, o êxtase de todos nós.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Último Reduto: Tão grandes como os maiores da Europa


Com a fase de grupos prestes a terminar, os melhores equipas deste EURO começam a ocupar os seus lugares no quadro dos quartos-de-final. Fantástico torneio na indefinição de quem passa e quem vai embora, com muita emoção e muitos golos à mistura. Nada de selecções em branco, nada de jogos empatados a zero. E a esse nível, estaremos a assistir a um dos melhores Europeus de sempre.

Dessa indefinição foi exemplo máximo o Grupo A, onde a favorita Rússia ficou pelo caminho, depois de aplicar uma goleada na primeira jornada. Uma vez mais – e sempre ligada a Portugal – a Grécia qualificou-se de fininho para a fase a eliminar, apostando na reedição do estilo de jogo que valeu o título em 2004. Em primeiro postou-se a República Checa para defrontar Portugal, que ontem se afirmou como uma grande equipa.

Que gozo deu ver jogar a Selecção! Indesmentível o querer e a competência destes jogadores quando encostados às cordas, do esteio Pepe aos inspirados laterais ofensivos, passando pela imponência de Veloso e pela omnipresença de Moutinho, culminando na pura classe de Nani e de Ronaldo. Um jogo colectivo impressionante que deu em vitória categórica – pena que, uma vez mais, a finalização esteja por afinar, caso contrário a Holanda regressaria a casa sem pontos e com uma goleada no saco.

Muita da culpa pela exibição de ontem pertence ao cartório de um extra-terrestre que com algum atraso aterrou na Ucrânia. Nestas coisas evita-se o absoluto, mas desafio-vos a lembrarem um jogo melhor de Ronaldo com as quinas ao peito. Dois golos, duas bolas no ferro, e mais duas ou três boas ocasiões para marcar, para além de momentos de classe como aquela recepção-finta que fica na retina de todos. A melhor exibição individual da fase de grupos deste EURO pertence ao melhor dos jogadores europeus, afundando as críticas que se levantaram nos últimos dias.

Ainda a tempo de ser o melhor. Ainda a tempo de nos fazer levantar do sofá. Quinta-feira não há cá chapeladas, é rumo às meias.

domingo, 10 de junho de 2012

Último Reduto: O EURO do nosso contentamento


E por fim, começamos a falar do Euro que nos faz feliz. Já não é a conturbada zona do velho continente que ameaça implodir, já não é a moeda que poderá ter os dias contados. Agora é tempo para a Europa respirar futebol.

Finda a exigente época desportiva, a nata dos jogadores europeus faz um derradeiro esforço para alcançar a glória com a camisola do seu país. Às portas do certame polaco-ucraniano, Alemanha, Espanha e Holanda concentravam a aposta – como diria CR7 – do maior número de “malas de dinheiro”, enquanto em Portugal se debatiam os efeitos da gigantesca operação de marketing em torno da selecção, das inúmeras horas de directos sem grande conteúdo, aos descontos em cartão para encher o estádio.
Facto: goste-se ou não, as coisas são feitas porque resultam; o povo português socorre-se muito do futebol, e o EURO 2012 chega num período económico e social tão difícil que este é um refúgio ainda mais premente.

Dizer que a competição não começou bem para Portugal é uma evidência no quadro pontual, mas associada a uma derrota por muitos vaticinada esteve uma exibição competente e personalizada, bem distante dos confrangedores jogos de preparação. Faz parte da alma lusa dizê-lo mas, se invertêssemos os papéis das duas equipas no jogo de ontem, até à altura da finalização, seguramente que a Alemanha não teria saído derrotada. Falta sempre sorte, falta sempre sangue frio. Faltou ontem um homem-golo eficaz no lugar de Varela.
Ontem perdeu-se um jogo, três pontos, e qualquer margem de erro. Mas com certeza os jogadores ganharam confiança e asseguraram – a si próprios e a nós – que têm qualidade para se bater com os melhores. Além disso, viu-se entreajuda e sentido colectivo, que a serem transportados para os próximos jogos, poderão levar-nos aos quartos (lembram-se de 2004?)

Duas notas:
1 – Atenção à Dinamarca. Bateu – com fortuna à mistura, é certo – a favorita Holanda, baralhou as contas do grupo e entrará no próximo jogo motivada a selar a passagem à fase seguinte.
2 – Atenção à Rússia. Semi-finalistas em 2008 e donos de um futebol atractivo, podem ser a surpresa deste EURO. Trucidaram os checos e, com Arshavin, Dzagoev, Shirokov e Zhirkov, dispõem de um meio-campo fabuloso. E ainda há Izmailov no banco.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

3x4x3: Mas afinal o que falta?

Ronaldo. Por estes dias é este o nome mais ouvido na boca dos portugueses e sobretudo dos media. A poucos dias do pontapé de saida contra a Alemanha por aqui se começam a perceber as incertezas que pairam à volta da selecção.

Apito final na Luz. Na ida para o balneário da seleção Ronaldo já sabe que dias o esperam depois da derrota frente à seleção turca. Não acredito que Ronaldo se sinta comprometido depois de um jogo pouco conseguido. A pressão passa lhe ao lado, pelo menos pelo que provou ao longo da carreira. Desde as expectativas iniciais em Manchester com a sua chegada aos 18 anos não tendo um impacto imediato esperado, aos duros golpes como a derrota na final do Euro 2004, passando pelo caso "Rooney" ou pela difícil primeira temporada em Madrid, Ronaldo sempre mostrou ser um profissional enorme. Na sua carreira, falta-lhe no entanto a coroação na seleção nacional.
Quando entrar em campo no Sábado, certamente será o mesmo de sempre. Com arrancadas, com alguns abusos em lances individuais, e sobretudo, com um ritmo que poucos na seleção têm. Pedir a Ronaldo que jogue o mesmo que no Real Madrid é uma falsa questão. Não existem duas equipas iguais, não existem dois momentos iguais.
Falta, e não é de agora, uma identidade à seleção portuguesa. O 4x3x3 que se impôs desde a saída de Deco não basta para dizer que a equipa, agora às ordens de Paulo Bento, tenha uma verdadeira identidade. Nem me parece que tivesse no tempo de Scolari, onde, sobretudo no Euro 2004, viveu muito de um conjunto de jogadores campeão europeu pelo Porto, mas também da personalidade de Figo, Couto, Costinha ou Rui Costa.
Olhamos para a seleção nos dois jogos de preparação antes do Euro. A equipa parece querer viver das arrancadas de Ronaldo e Nani, captando a bola entrada do meio-campo adversário. No meio-campo, Moutinho, Micael ou Meireles têm dificuldades em organizar. Esbarrando em lances de 1x1 ou em defesas fechadas, a bola circula para trás ou para o lado, com subidas de Coentrão sobretudo. Circulação lenta, com Ronaldo e Nani em ponto de mira para um desequilibrio individual.
Olhando mais para trás, o jogo amigável com a Espanha terá sido talvez um episódio raro de verdadeira identidade. 4x3x3, momentos de pressão alta, defesa, meio-campo e ataque me ligação, a poucos metros, com Moutinho e Meireles como ligação entre sectores e a defesas a subir em posse.
Mas esta forma de jogar perdeu-se nos jogos seguintes: contra a Argentina pouco saiu bem, apesar de alguns pormenores, depois, contra adversários que se mantinham mais recuados, deixou de fazer sentido jogar assim... perdeu-se a identidade, o ritmo, o jogo português esbarrou na falta de um organizador que faça a bola circular rápido, de um 9 que crie espaços e finalize...
Por tudo isto, até que ponto não terá sido otimo um grupo com Alemanha e Holanda? Portugal pode voltar a respirar o melhor futebol, com identidade. Se assim for, acredito na passagem, sem dúvida.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Conheça os convocados de Paulo Bento

Paulo Bento apresenta uma lista com algumas novidades para o duplo e decisivo embate com Islândia e Dinamarca, marcados para 7 e 11 de Outubro, respectivamente. Os grandes destaques vão para os regressos de Quaresma e Nuno Gomes e a estreia de Sereno entre os convocados.

Fruto das lesões de Fábio Coentrão, Pepe e Hugo Almeida, bem como do afastamento de Ricardo Carvalho, as novidades sucedem-se: Ricardo Costa, Silvio, Ruben Amorim, Nuno Gome e Quaresma regressam, enquanto Sereno se estreia entre os eleitos. Realce ainda para o facto de Quim ter sido preterido e de Beto ter sido chamado.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Beto, Eduardo e Rui Patrício;

Defesas: Bruno Alves, Eliseu, Sereno, João Pereira, Ricardo Costa, Rolando e Sílvio;

Médios: Carlos Martins, João Moutinho, Miguel Veloso, Paulo Machado, Raul Meireles, Ruben Amorim e Ruben Micael;

Avançados: Cristiano Ronaldo, Danny, Hélder Postiga, Nani, Nuno Gomes e Ricardo Quaresma.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dia D para Portugal

Portugal tem esta sexta-feira um teste decisivo para o apuramento para a fase final do Europeu de 2012, a realizar na Polónia e na Ucrânia. O adversário será o Chipre e o jogo será disputado em Nicósia, às 19.45.

No ano passado, a selecção cipriota conseguiu um resultado histórico, ao vir a solo luso arrancar um empate a 4 bolas, numa altura em que Carlos Queiroz estava castigado pela Federação e foi Agostinho Oliveira quem orientou a equipa das Quinas.

Ao ganhar, a Selecção Nacional dá mais um passo de gigante para alcançar um objectivo que, antes da entrada de Paulo Bento para o banco, era praticamente inalcançável.

Paulo Bento deve alinhar com Rui Patrício na baliza, João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Fábio Coentrão no sector defensivo; Raúl Meireles, João Moutinho e Rúben Micael no meio-campo; Cristiano Ronaldo e Nani nas alas, no apoio a Hélder Postiga.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

M. Veloso, P. Machado e Sílvio de regresso

Paulo Bento revelou esta sexta-feira os convocados para os embates frente ao Chipre, a contar para a fase de apuramento do Euro'12, marcado para dia 2 de Setembro.

Destaque para os regressos de Miguel Veloso, Paulo Machado, Sílvio e Eliseu, que voltam assim à Selecção Nacional.

De referir ainda que o ex-técnico do Sporting chamou Raúl Meireles, a contas com uma lesão, pelo que confia na sua plena recuperação, apesar de lhe terem sido diagnosticadas «duas a três semanas de paragem».

Eis a lista de convocados:

Guarda-redes: Eduardo (Benfica), Quim (Sp. Braga) e Rui Patrício (Sporting);

Defesas: Bruno Alves (Zenit), Fábio Coentrão, Pepe, Ricardo Carvalho (Real Madrid), Rolando (FC Porto), João Pereira (Sporting) e Sílvio (Atlético Madrid);

Médios: André Santos (Sporting), Eliseu (Málaga), João Moutinho (FC Porto), Miguel Veloso (Génova), Paulo Machado (Toulouse), Raul Meireles (Liverpool) e Ruben Micael (Saragoça);

Avançados: Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Danny (Zenit), Hugo Almeida (Besiktas), Postiga (Sporting), Nani (Manchester United) e Varela (FC Porto).